Na MJV a sinergia entre estratégia, design, tecnologia e cultura permite entregas de valor com foco na transformação sustentável.

1. O que é sustentabilidade?

“Sustentabilidade é a capacidade de atender às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas demandas”.

Essa é a definição do relatório “Nosso Futuro Comum”, do World Commission on Environment and Sustainability.

Ou seja, para falarmos de desenvolvimento sustentável, é preciso focar na capacidade humana de interagir com o mundo, preservando o meio ambiente, os aspectos sociais e econômicos da vida.

Fazendo a manutenção de recursos, podemos contribuir hoje para a construção do futuro. 

→ Leia também: Como promover a Sustentabilidade Empresarial no seu negócio.

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2. O que é a transformação sustentável?

Torna-se cada vez mais importante que as empresas entendam que são partes integrantes do mundo e não somente consumidoras do ecossistema.

Veja, os recursos naturais são finitos e a inclusão social é urgente, isso já não é novidade para ninguém. Mas agir de fato e moldar negócios com essa mentalidade é o que faz a diferença.

Desde a definição do tripé social, ambiental e econômico, é a primeira vez na história que a sustentabilidade deixa de ser uma obrigação corporativa e passa a ser compreendida como fator estratégico e imperativo nas decisões cotidianas dos negócios e das pessoas.

Dependemos de ações de impacto positivo para preservação humana. Assim, a transformação sustentável vem para possibilitar um mundo mais equilibrado. 

Estamos falando de possibilitar que as empresas e pessoas consigam progredir em sintonia com todo o ecossistema a que pertencem, garantindo um futuro saudável para a vida do planeta.

A transformação sustentável permite o desenvolvimento e implementação de soluções de impacto positivo, considerando diferentes aspectos dos ecossistemas da empresa em si e do contexto socioambiental que a cerca. 

Significa olhar o que tem valor para o negócio, para as pessoas envolvidas e para o planeta.

Você pode se interessar por: O que é ESG? Conectando finanças e desenvolvimento sustentável.

3. Abordagens de sustentabilidade

Existem diversas formas de trabalhar a sustentabilidade dentro do universo corporativo. Todas motivadas pelos seguintes contextos:

  • Surgimento do termo ESG;
  • ODS da ONU;
  • Entre outros.

Indo a fundo nessa reflexão e unindo esse mindset sustentável com a nossa forma de transformar negócios, chegamos até abordagens como Design Thinking para circularidade, entre outras que mostraremos a seguir.

Saiba mais: ODS: conheça os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

 

Economia Circular

 

Design Thinking Circular é a metodologia de adequação de produtos e negócios aos parâmetros da economia circular, viabilizando a redução de impactos ambientais e econômicos.

Mas para falarmos de Design Circular precisamos, antes, falar de economia circular. Então, segundo a Ellen Macarthur Foundation:

“Em nossa economia atual, pegamos materiais da Terra, fazemos produtos a partir deles e, eventualmente, os jogamos fora como lixo – o processo é linear. Em uma economia circular, por outro lado, paramos de produzir resíduos em primeiro lugar”.

Isso é feito com base em três princípios, impulsionados pelo design, são eles:

  • Eliminar o lixo e a poluição;
  • Circular produtos e materiais (no seu pico de valor);
  • Regenerar a natureza.

E mais: “Esse processo é sustentado por uma transição para energias e materiais renováveis. Uma economia circular dissocia as atividades econômicas do consumo de recursos finitos. É um sistema resiliente que é bom para os negócios, as pessoas e o meio ambiente.”

Portanto, o Design Thinking Circular é uma maneira de projetar produtos, negócios e serviços com essa mentalidade aplicada.

Partindo de uma análise aprofundada da cadeia de valor atual do produto, podemos encontrar os aspectos de negócio e produção que estão tendo impacto negativo, e assim projetar como mitigá-los ou até mesmo revertê-los por completo, gerando impacto positivo.  

É importante ressaltar que, como falado acima, o Design Circular olha para a cadeia de influência completa do produto e não só para o pós-uso. 

O que isso quer dizer na prática é que estamos falando de muito mais do que simplesmente reparos ou reciclagens. Essa é uma abordagem que traz intencionalidade e responsabilidade ambiental desde o projeto do produto ou extração/compra de matéria-prima.

Isso significa desenhar os produtos de uma forma mais estratégica para que, além de usarem materiais de menor impacto, possam, por exemplo, ser mais facilmente reparados no futuro, entre outras muitas possibilidades. 

Tudo é pensado de maneira rentável, preservando a saúde financeira e reputacional da empresa, ao mesmo tempo que mitiga os riscos ambientais.

Fique por dentro também: Greenwashing: conheça os perigos dessa prática para as empresas.

Muito além da consultoria, a circularidade faz parte do DNA da MJV. O maior exemplo disso é a criação da Circoola, um serviço de logística reversa de eletroeletrônicos que alia praticidade à responsabilidade socioambiental.

O negócio by MJV busca gerar novos hábitos de destinação de objetos sem uso e tornar a doação dos seus eletroeletrônicos esquecidos na gaveta muito mais fácil. Se interessou e quer saber como funciona? Saiba mais aqui.

Confira: Design Circular: a nova resposta sustentável para a economia

 

Design para Soluções de Dados

É fato: estamos enfrentando desafios ambientais, sociais e de governança cada vez mais complexos. 

E o monitoramento e a visualização constante de dados de sustentabilidade são decisivos para que as empresas consigam desenhar e operar seu futuro de forma transparente e responsável. 

Nesse cenário, o Data Analytics fornece o entendimento das necessidades dos diferentes públicos para mitigação de riscos ligados à sustentabilidade. Assim, pode ser especialmente relevante para análises dos impactos e geração de relatórios. 

Um exemplo disso é o desenvolvimento de painéis interativos que informam os riscos socioambientais relacionados a um produto ou cliente para orientar a tomada de decisão com base nos critérios ESG.

Além disso, a tecnologia tem viabilizado novos caminhos sustentáveis, dentre eles destacamos os seguintes usos:

  • Blockchain: possibilidade de evitar fraudes e garantir processos sustentáveis, como a rastreabilidade da cadeia de valor. Responde a pergunta: “de onde veio o produto?”;
  • Internet das coisas: possibilidade de interligar máquinas e configurá-las para otimizar processos e prever necessidades de manutenção, permitindo a produção com menos recursos e o aumento da durabilidade dos produtos;
  • Inteligência Artificial: permite compreender e redesenhar sistemas complexos e interconectados possibilitando, por exemplo, maior agilidade no monitoramento ou fiscalização ambiental e melhor previsão de desastres;
  • Painéis interativos ou Dashboards: a partir da coleta de dados automatizada e de uma visualização adequada da informação (dataviz) considerando as necessidades do usuário (UX e UI), é possível munir gestores e clientes com ferramentas adequadas para tomada de decisão sustentável, mitigação de riscos e potencialização de oportunidades.

 

Design para Inovação Social

 

Claro que não podemos falar de um mundo sustentável sem incluir as pessoas, não é? Afinal, para que possamos cuidar bem do planeta, precisamos estar bem-cuidados.

Esta abordagem traz o mindset do Design Thinking adaptado para o pensamento sistêmico. Ou seja, feita através de análise constante de impactos e a consideração de todos os envolvidos no contexto da solução.

Aqui o foco é na qualidade de vida e segurança de direitos do cliente, colaborador e comunidade para o bem-estar social.

Desta forma, asseguramos que a solução gerada encaminha não apenas os problemas de um grupo de pessoas, mas gera impacto positivo para todo o ecossistema a elas interligado.

Entenda mais no ebook: Inovação Sustentável: empresas mais conscientes, engajadas e competitivas.

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[Case] Uma janela para um mundo sustentável

Há mais de 8 anos, o Pro Natura atua no desenvolvimento local de Curralinho, município da região do Marajó, no Estado do Pará. 

O trabalho envolve o apoio na criação da primeira cooperativa da cadeia do açaí na região: a Cooperativa Sementes do Marajó.

Em continuidade a este movimento de formalização da cadeia, nasceu o Programa Smart Amazônia, em busca de soluções inovadoras sustentáveis com aporte de tecnologias avançadas para atuar na região.

Assim, comprometida com a transformação de negócios e questões globais de sustentabilidade, a MJV se tornou a parceira para o desenvolvimento das soluções tecnológicas do Pro Natura Smart e Smart Amazônia.

O desafio da imersão era entender em profundidade como integrar tecnologia na cadeia extrativista do açaí na comunidade de Curralinho-PA. 

E de que maneira contribuir para a qualidade de vida dos produtores? Facilitar o seu dia a dia de trabalho e aumentar os ganhos e a sustentabilidade da produção?

Para responder a esses questionamentos, a MJV mapeou desafios e oportunidades deste contexto e realizou o estudo imersivo na região. Dinâmicas e materiais de cocriação foram pensados para extrair de forma adaptada ao cenário a inteligência coletiva das comunidades.

Você pode acompanhar o resultado desse trabalho em um mini documentário – Cadeia do açaí: uma janela para um mundo sustentável. Assista agora!

Design para TRANSFORMAÇÃO ESG

Mais que um plano, o Planejamento Estratégico de Sustentabilidade é uma metodologia para respaldar as tomadas de decisão a médio e longo prazo. Utilizada também para alinhar e potencializar negócios e metas, antecipar riscos socioambientais e criar resiliência organizacional.

Portanto, criar a versão de futuro sustentável que a organização seguirá passa por comparar com o cenário atual e traçar qual caminho precisa ser percorrido, de um ponto a outro. Dessa forma:

 Cenário atual →← Futuro sustentável

Não é algo totalmente novo visto que o Planejamento Estratégico é um velho conhecido de muitas empresas. Mas a inclusão da Sustentabilidade como pilar desse planejamento é uma demanda dos atuais tempos de instabilidade, consciência popular e de mercado.

Se a empresa não conseguir ainda ser propositiva da geração de impacto positivo é preciso minimamente que seja pesada a mitigação de riscos socioambientais. 

Por isso, embora seja uma certeza que a organização sofrerá alterações importantes ao longo de sua trajetória, o Planejamento Estratégico de Sustentabilidade é a maneira mais rápida e eficiente de converter incertezas em oportunidades e de criar o futuro desejado.

Veja mais em: Como elaborar um Plano de Sustentabilidade.

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Um grande exemplo disso é o nosso projeto com o Instituto Coca-Cola Brasil.

A MJV foi convidada para colaborar com o instituto na sua ambição de escalar o maior programa de empregabilidade de jovens do Brasil.

 A visão é atingir a meta de impactar 5 milhões de jovens em vulnerabilidade até 2030 com iniciativas que promovam a inclusão produtiva desses jovens. 

Para isso, apoiamos o ICCB no seu alinhamento estratégico e também conduzimos o novo desenho da estrutura organizacional e das formas de trabalho do time. 

Somos parceiros do Instituto na capacitação da equipe para agilidade e inovação, cocriando as condições para a escalabilidade sustentável dos seus programas.


E sua empresa, como está se posicionando frente a essa nova necessidade? Vamos bater um papo sobre sustentabilidade e negócios? Fale com um de nossos especialistas.

 

Cases

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  • Criação de Pipeline com iniciativas estratégicas e inovadoras para multinacional de FMCG em 12 semanas

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