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10/09/2020
Por
MJV Team

Descubra porque sua TI deve fazer parte das discussões estratégicas do seu negócio

Traga o setor de TI para o centro da estratégia e garanta a sobrevivência dos negócios em tempos de crise. Quer saber como a análise de dados proporciona decisões mais assertivas? Spoiler: para a mágica acontecer, governança é fundamental!

Vamos começar com um conceito importante e que vem ganhando cada vez mais força – principalmente no novo (e remoto!) normal: a TI Estratégica.

Trazer o seu setor de TI para o centro da estratégia da sua corporação pode trazer uma série de benefícios. Um deles é a confiança na análise de dados para tomar decisões muito mais assertivas. 

Nesse sentido, trazemos verdades: Data Scientists podem auxiliar muito na tomada de decisão para alcançar resultados surpreendentes.

Além disso, o investimento em sistemas inovadores proporciona novas experiências para o consumidor e novos padrões de qualidade. 

Imaginamos que isso não seja novidade para ninguém, mas precisamos falar assim mesmo: a TI pode revolucionar a maneira como as empresas guiam seus negócios. 

Nesse artigo vamos pontuar a importância que uma área de governança tem no cenário atual e quais são as vantagens de uma TI atuante na estratégia de negócio. Se você quer iniciar sua jornada ruma a uma TI mais estratégica, acompanhe nosso raciocínio nas próximas linhas!   

O papel da governança de TI em tempos de incertezas e adaptabilidade

Temos um novo cenário mundial: pandemia, isolamento social, afastamento dos escritórios, home office, gestão remota. Para as empresas, essa realidade adicionou novas variáveis às regras do jogo. 

Nesse contexto, entra a governança de TI. Ela sempre foi importante, mas aumentou sua relevância exponencialmente desde que a “era dos dados” se instaurou e os dados passaram a ser o novo petróleo. Ou o novo ouro. Ou o novo urânio

É a governança de TI que vai garantir que os investimentos em TI suportem os objetivos de negócios. E por quê? Essencialmente, porque é ela que fornece uma estrutura para alinhar a estratégia de TI à estratégia de negócios. Dessa forma, as organizações podem produzir resultados mensuráveis ​​para alcançar seus objetivos. 

Por que a TI está ganhando tanto protagonismo estratégico

Um programa formal de governança de TI leva em consideração os interesses das partes envolvidas, bem como as necessidades da equipe e os processos que eles seguem. Ou seja, no geral, ela é parte integrante da governança corporativa como um todo.

Hoje, a maioria (para não dizer todas!) das corporações está totalmente imersa na era dos dados – se a sua empresa não está, deveria. Com isso, precisam lidar com volumes e complexidades diferentes de informações praticamente em tempo real. E isso as deixa sujeitas a muitos regulamentos que regem a proteção de informações confidenciais. 

Sim, estamos falando da LGPD, é claro! Ela já é uma realidade e se enquadrar é urgente. Se sua empresa ainda não iniciou esse movimento, nossa dica é: corra, pois o tempo é curto. Quer entender melhor por onde começar? Dá uma olhada nesse material! 

Ebook – Lei Geral de Proteção de Dados: Como preparar sua empresa para a LGPD

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Além disso, as empresas possuem responsabilidade financeira, precisam estar atentas à retenção de dados e recuperação de desastres, estão sob pressão de acionistas e clientes.

Como controlar isso tudo?

Para garantir que atendam aos requisitos internos e externos, um programa formal de governança de TI que fornece uma estrutura de melhores práticas e controles é fundamental.

Você deve estar se perguntando…

O que deve estar inserido dentro da governança de TI?

Quais são as melhores práticas e controles que devo levar em consideração?

Por onde começar essa virada de chave?

First things first. Vamos começar do início!

  1. Mundo VUCA: Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade

Como será o futuro? Não temos como responder essa pergunta de forma simples. Mas em uma coisa podemos apostar, anote aí: o futuro é 100% remoto e digital. E isso não é de hoje. Nosso mundo é V.U.C.A – volátil, incerto, complexo e ambíguo. Ágil. Veloz. Colaborativo. Remoto. 

Provavelmente, você já ouviu ou leu a expressão “mundo VUCA” e sabe do que estamos falando. Esse foi um conceito que sofreu muita resistência até ser aceito. Porém, faz cada vez mais sentido, principalmente em nosso cenário atual de muitas mudanças, instabilidades, disrupção. 

É preciso ter flexibilidade para incorporar as mudanças e tirar o maior proveito delas. Lembre-se do conceito de empresa antifrágil. A resiliência é um skill e tanto em um mundo tão VUCA como esse que vivemos. 

  1. Use o Ágil para sair na frente!

Investir em maneiras diferentes de pensar precisa ser o centro da estratégia para gerar maior satisfação entre os colaboradores. 

As Metodologias Ágeis proporcionam uma virada de chave fundamental para esse mindset.

Esse processo vai impactar diretamente em capacitação, produtividade, autonomia, determinação, integridade. O que gera mais qualidade nos produtos e serviços para o cliente. Clientes mais satisfeitos, trazem maiores lucros para o investidor.

Anota aí: uma estratégia Business Agility vai garantir 

  • Inteligência organizacional com foco no consumidor 
  • adaptabilidade, flexibilidade e velocidade no aprendizado e na tomada de decisão

O conceito está diretamente ligado com a habilidade da organização se adaptar rápida e eficientemente a todas as formas de mudanças para entregar o máximo de valor e experiência para o usuário. (Sim, novamente, estamos falando de antifragilidade!)

Uma área de Business Analytics nunca foi tão prioritária nas estratégias de negócio. E isso ocorre por conta da Transformação Digital e seus inúmeros desdobramentos. O que nos leva ao próximo item.

  1. Transformação digital: o mundo 100% digital

A tecnologia é decisiva na saúde e no futuro dos negócios. Ainda mais nos tempos de crise que vivemos, em que as mudanças empurraram as corporações rapidamente para o mundo 100% remoto e digital. 

Não existe caminho de volta. Não existe outro jeito a não ser arregaçar as mangas e encarar a Transformação Digital de uma vez por todas. Se sua corporação ainda não deu esse deep dive, sentimos dizer, mas vocês estão bem atrasados no contexto do mundo vuca. 

A inovação é a chave para manter a agilidade e a saúde dos negócios. As empresas que não inovam acabam ficando atrás da concorrência porque não conseguem se adaptar com rapidez suficiente às mudanças no ambiente. 

Mas como fazer isso dentro da realidade de um mundo isolado socialmente? Próximo tópico!

  1. Home office is the new black

Sim, o mundo é remoto, e não é de agora. Os momentos de incertezas que vivemos hoje só potencializaram ainda mais o processo de transformação. O advento e consolidação do trabalho remoto está intimamente ligado ao processo de transformação digital. E isso não é nenhuma novidade. 

Pode parecer novo para algumas empresas, mas já é uma realidade muito comum no dia a dia de muitos colaboradores. Algumas corporações já tinham adotado esse modelo antes mesmo do coronavírus dar seus primeiros sinais. 

Dessa forma, podemos dizer que um paradigma foi quebrado por conta da pandemia da Covid-19 e do isolamento social. Esse foi um verdadeiro catalisador para agilizar o processo de transformação e adaptação ao novo cenário. 

No mundo conectado (e isolado, ao mesmo tempo), o novo ambiente de trabalho é composto por equipes híbridas e distribuídas. Com os fenômenos globais que sacudiram as formas tradicionais de trabalho, a colaboração remota virou a norma.

E essa regra é fundamental e vale anotar no caderninho – do gestor e do colaborador: o mais importante do trabalho remoto é você conseguir produzir e entregar, cumprir o objetivo. E como fazer isso? Utilizando o Design Thinking e as Metodologias Ágeis

Sim, o famoso combo DT + Ágil faz seu time funcionar perfeitamente de forma remota – inclusive entregando resultados de valor para o cliente. Dessa forma, se torna viável reestruturar as operações para alcançar resultados ainda mais assertivos e – por que não? – exponenciais.   

A virada de chave aqui é focar no cliente, no usuário. E lá vamos nós outra vez para o próximo item da nossa lista.

  1. Customer 4.0: a era da obsessão pelo consumidor

Entender o que seus clientes pensam é fundamental para o sucesso do seu negócio.

Na era da obsessão pelo consumidor, empresas estão recorrendo a métodos de investigação de áreas do conhecimento para conhecer profundamente os hábitos de consumo de clientes e oferecer a solução certa.

User Experience (UX)

Estratégias de UX podem criar experiências de valor e reter seus clientes. Além de conquistar novos. 

Na era digital, construir uma boa usabilidade é o diferencial entre sobreviver no seu mercado ou ser engolido pela concorrência. 

Os novos produtos digitais devem ser capazes de eliminar barreiras e facilitar a experiência do usuário. Isso muda o jogo e aproxima empresa e cliente.

O primeiro passo é o mais importante: acabe com o achismo. Entender verdadeiramente as motivações de consumo do seu cliente através da abordagem certa começa por abrir mão do seu ponto de vista para entender o dele. E acredite: a única forma de decifre de vez seu usuário é através dos dados. 

Vamos falar sobre como eles podem ajudar no processo de estruturar uma área de TI estratégica. 

O novo mindset: estruture a TI Estratégica

  1. Seja escalável

Traçar uma estratégia que mantenha seu negócio saudável e sustentável de forma contínua — resistindo, inclusive, à crises como a que estamos passando — pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso. 

A escalabilidade vai garantir não só o aumento do faturamento, como a multiplicação dos resultados. Isso garante seu lugar ao sol — ou seja, no mercado — por muito mais tempo. 

O conceito de escalabilidade está diretamente ligado a geração de lucro e impacto. Um negócio escalável consegue aumentar a produtividade e reproduzir-se em grandes quantidades, sem aumentar a demanda por recursos. 

É uma estratégia escalável que te deixa sempre pronto para o próximo passo, seja um crescimento repentino ou um aumento de demandas. 

A escalabilidade também se aplica à tecnologia.

Nuvem

Já falamos aqui sobre como o armazenamento em nuvem é uma solução que vale a pena priorizar. A virtualização do armazenamento é fundamental para potencializar estratégias importantes, como a gestão orientada a dados. E vamos além: a nuvem permite que a empresa esteja totalmente pronta para expansão a qualquer momento!

RPA para automatizar processos

Robotic Process Automation é a aplicação de tecnologia regida pela lógica de negócios e insumos estruturados, visando automatizar os processos de negócios. Atualmente, está entre as principais tendências tecnológicas do mundo.

Sempre que possível, automatize processos para deixar seus colaboradores livres para atividades estratégicas. 

Inteligência Artificial

A tecnologia que parece simular o desempenho humano – aprendendo, obtendo conclusões, entendendo conteúdo complexo e envolvendo-se em diálogos naturais com pessoas – torna-se capaz de melhorar o desempenho cognitivo humano (computação cognitiva) e até substituir pessoas na execução de tarefas não rotineiras.

A previsão é de que a Inteligência Artificial promova maior facilidade, agilidade e conveniência às operações. 

Blockchain

Seu conceito ainda pode ser etéreo para algumas pessoas, mas a tecnologia vem se tornando cada vez mais sólida no mercado. E não é de se espantar que esse movimento esteja acontecendo. 

Muitas empresas estão se aproximando dessa tecnologia e outras, ainda mais na vanguarda da inovação, já até a oferecem como um serviço (a MJV, inclusive, está nessa segunda fatia). 

Por que o Blockchain é capaz de sacudir o mercado? Simples: segurança. A tecnologia acaba com os problemas que existem na realização de transações online. E, dessa forma, evita que intermediários detenham os principais ativos dos usuários: os dados. 

  1. Desenvolvimento de aplicações web e mobile

Por que mergulhar no desenvolvimento de aplicações web e mobile? Para criar um modelo de governança digital.

Com certeza você já ouviu por aí que os dados são o novo petróleo. Nós afirmamos que são ainda melhores do que isso. Porque dados geram insumos recorrentes.

Entre na corrida dos dados! Só assim será possível coletar informações de forma integrada para antecipar tendências e comportamentos. É dessa expertise que vão emergir os super apps: um ecossistema de integração de dados de diferentes origens. É a evolução do omnichannel para omnidata.

Dica: o Outsourcing de TI pode ajudar – e muito! – sua corporação a enxugar os custos e escalar processos.

  1. Data Science 

Não podemos falar em análise do consumidor sem falar em Data Science e Analytics. Das coisas que mais produzimos no mundo, com certeza dados estão entre elas. E isso está ao alcance e à disposição das empresas. 

A ciência de dados usa os dados disponíveis da sua corporação para testar várias hipóteses. Aqui, a resposta é para a pergunta: Como será? 

O objetivo é proporcionar direcionamentos para o planejamento estratégico. E o valor fica por conta do teste de hipóteses.  

  1. DevOps: uma TI mais estratégica 

Em um mundo majoritariamente digital – com mudanças acontecendo em ciclos cada vez mais curtos – e guiado pelas experiências oferecidas aos seus usuários, a TI ganha seu protagonismo estratégico. 

DevOps é um método que integra a área de desenvolvimento e operações. A solução envolve a automatização da governança de TI e é ainda mais efetiva com a aplicação do desenvolvimento ágil.

  1. Cibersegurança 

A transformação digital não é uma realidade nova. O isolamento social só intensificou o fluxo de dados e as fragilidades das redes. 

Uma violação de dados pode ter consequências devastadoras para qualquer negócio. Pode destruir a reputação de uma marca através da perda de confiança dos consumidores e parceiros. Sem contar com as sanções da LGPD.

A perda de dados críticos, como arquivos de origem ou propriedade intelectual, pode custar à empresa sua vantagem competitiva. 

  1. LGPD: Trate bem os seus dados!

A questão-chave aqui é garantir padronização, interoperabilidade, acessibilidade e segurança sistêmica.  E isso se faz seguindo a regulamentação. É ela que entra no jogo para garantir a acessibilidade e a segurança sistêmica. 

A partir do momento que as informações dos clientes podem ser compartilhadas, é preciso um protocolo de segurança para que esses dados sejam transportados sem causar prejuízos – para o usuário e para a empresa.

E a LGPD é categórica em relação a isso: 

essa troca somente pode ocorrer de acordo com a vontade e autorização do cliente. 

  1. DataOps

O DataOps funciona combinando os conceitos do Ágil, do DevOps e do Controle de Processos Estatísticos para trazer as boas práticas que vão diluir as barreiras e complicações existentes entre as áreas de desenvolvimento e operações analíticas.

Construir um ambiente no modelo DataOps pode trazer uma série de vantagens para as empresas. E de forma rápida, simples e sem prejuízos, pois não é preciso deixar as ferramentas que sua equipe já usa para trás. 

5 soluções para estruturar e planejar ações de governança + arquitetura 

Se você chegou até aqui, já entendeu que, em um mundo majoritariamente digital e guiado pelas experiências oferecidas aos seus usuários, a TI ganha cada vez mais protagonismo estratégico. 

A pergunta que mais ouvimos ultimamente é: como a TI pode revolucionar a maneira como as empresas guiam seus negócios? 

Sim, é possível estruturar uma área de TI, realmente estratégica, e escalar resultados a partir da tecnologia. Vamos finalizar esse artigo com 5 soluções para otimizar a sua jornada rumo à TI estratégica. 

1- Research 

Mergulhe fundo no seu negócio! Entenda as dores, oportunidade, mercado, usuários e stakeholders. Além de tirar as melhores ideias do papel. 

  • DT + Jobs-to-be-done + Design Sprint 

2- Estratégia: A new Portfolio 

Agora, é hora de analisar potencializar o portfólio da sua área! 

A partir de tudo o que foi levantado e estruturado na primeira fase, as soluções propostas para a sua TI estão mais alinhadas ao cenário, aos usuários e stakeholders. 

Dessa forma, seu time tem a possibilidade de atuar diretamente nas dores da sua organização, alcançando resultados significativos. 

Com um novo portfólio, é hora da sua TI seguir para um lugar bem mais estratégico no seu negócio. 

3- Delivery 

Existe uma diferença muito grande entre planejar e planejar com agilidade. Esse detalhe, que parece pequeno, mas não é, pode mudar o resultado do jogo.

  • Práticas Ágeis + RPA + Devops

4- Business Intelligence: a ascensão dos dados

Hoje, as 3 empresas mais valiosas são de tecnologia – Amazon, Google e Apple. O motivo? Dados! Uma inteligência de negócio originada e experiências memoráveis catapultaram as 3. 

Não há dúvidas, qualquer caminho escolhido vai te levar aos dados. 

  • DataOps + Data Science + Visualização de dados + Futuristic Data

5- Tecnologias: escalando o novo mindset TI Estratégica 

Nunca falamos tanto em novos paradigmas. Um grande ciclo de inovações acontece bem debaixo dos nossos narizes – não há como ser indiferente. 

A transformação digital é a força motriz da transformação do seu modelo de negócio. 

Lembre-se: em cenários de incerteza, é justo a tecnologia que promove as disrupções necessárias para que os negócios ganhem valor competitivo e até mesmo criem novos mercados. 

Resultado: TI Estratégica 

Você já escutou que, em um futuro próximo, todas as empresas serão orientadas pela tecnologia. Temos uma notícia: esse futuro já chegou! 

Quer descobrir em que etapa rumo à uma TI estratégica seu negócio se encontra?

Teste a maturidade da TI na sua empresa!

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