09/15/2016
Por
MJV Team

Transformação Digital e inovação do Ensino à Distância

Esse post vai dar um exemplo de como a Transformação Digital é uma tarefa contínua e que exige um processo de inovação estruturada.

Criar várias melhorias incrementais pode acabar gerando uma alteração disruptiva no comportamento dos usuários. Já parou para pensar nisso?

A MJV trabalhou para inovar o Ensino à Distância de uma das maiores empresas de EAD do mundo. Confira o que a gente tem para compartilhar sobre as lições de Transformação Digital aprendidas com o Design Thinking.

CONTEXTO E DESAFIO

Um grupo educacional apostou no Design Thinking para criar um novo modelo de educação à distância, começando pelo ambiente virtual de aprendizagem (AVA) de suas universidades. O desafio era manter a liderança no mercado EAD em um ambiente que ainda está amadurecendo, mas se mostra cada vez mais competitivo.

Outros desafios identificados através da pesquisa desk são: a taxa de evasão superior ao do modelo presencial e a crise econômica que limitou o acesso ao financiamento estudantil.

Design Thinking para EaD - Blog MJV

SOLUÇÃO – PROTÓTIPO DE UM NOVO AVA PARA A COMPANHIA

Ao todo, o processo gerou 117 ideias que foram testadas com 27 alunos de duas
universidades. O novo AVA possui enfoque em organização dos estudos, interação com
a turma e elementos de gamificação, aspectos reconhecidos na etapa de imersão.

Protótipo com Design Thinking - Blog MJV

IMPACTO DO DT NA CULTURA EMPRESARIAL

O Design Thinking teve um impacto positivo na cultura da empresarial, pois permitiu:

 mapear toda a Jornada dos Usuários e identificar os gargalos ou problemas enfrentados pelos alunos;

– quantificar quais aconteciam com maior e com menor freqüência;

– verificar quais são os anseios e sugestões dos estudantes para essas situações;

– escolher um foco de trabalho: o desafio que podia ser solucionado pela empresa de educação naquele momento;

– desenvolver, então, protótipos de um novo ambiente virtual (AVA) com boa usabilidade;

– guardar ideias de novos projetos a partir dos insights contidos no feedback sincero dos usuários;

– testar o protótipo desenvolvido com o público-alvo;

– trabalhar em conjunto com o cliente ao longo de todo do projeto;

– observar os resultados obtidos.

Além de tudo isso,  através de um produto entregável, foi possível fornecer ao cliente uma ilustração clara dos desejos e impressões dos usuários, o que empoderou a empresa na hora de escolher novos projetos de inovação posteriormente.

Esse material te ajudou?

Esperamos que tenha gostado dessa postagem! E na sua empresa, quantas etapas tem a jornada do usuário?

Quais etapas são simples e quais podem oferecer alguma dificuldade? Quais são os problemas mais freqüentes e a razão? Ou, a pergunta essencial: há um jeito melhor e mais barato de fazer isso?

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