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03/02/2021
Por
MJV Team

Quais as diferenças entre Cloud, Fog e Edge Computing?

Escolher entre os modelos Cloud, Fog e Edge Computing depende da sua estratégia, necessidades e abordagem em computação. Entenda agora mesmo a diferença entre os conceitos para determinar seu plano de ação.

Hoje, o termo de Computação na Nuvem (ou Cloud Computing, em inglês) já é bastante disseminado. Com a pandemia e o home office, as empresas se viram obrigadas a procurar soluções desse tipo para se manterem competitivas. Mas hoje a ideia se expandiu. Você saberia diferenciar Cloud, Fog e Edge Computing?

Nesse post, vamos abordar com detalhes as diferenças entre cada uma dessas definições para que descubra qual é a melhor alternativa para o seu negócio. Acompanhe!

O que é Cloud Computing?

Começando pelo conceito mais simples, Cloud Computing é a disponibilização de serviços de processamento e armazenamento de dados por meio de data centers, acessados pela internet. 

Assim, a empresa pode consumir uma série de serviços de computação, que vão desde o armazenamento de dados até o uso de servidores, para o que chamamos de nuvem — esse é apenas um conceito abstrato para contrapor com a necessidade de contarmos com estruturas e servidores físicos internos na empresa.

Com isso, se espera reduzir custos, aumentar a flexibilidade — tão rara nesse mundo digital —, e escalonar soluções.

Como funciona na prática?

Se formos resumir, Cloud Computing é a substituição de estruturas físicas por virtuais. Essa flexibilidade permite ao administrador estabelecer a aplicação e a entrega do serviço para cada usuário, além de contar com estruturas públicas, privadas ou mistas.

Na prática, a Computação na Nuvem vai desde serviços simples, como todas as aplicações do Google Drive, até os mais complexos, como servidores na nuvem. O mais importante é entender a sua necessidade e encontrar a solução específica para os seus desafios.

O que é Edge Computing?

Edge Computing (ou computação em borda, no português) é uma mudança de perspectiva em relação a Cloud Computing, uma vez que nesse tipo de solução todo o processamento de dados acontece na borda, isto é, nos próprios dispositivos utilizados pelos usuários.

Você já deve imaginar que isso traz uma série de benefícios, certo? Claro! Assim, podemos diminuir a distância entre o dispositivo e o próprio processamento dos dados, reduzindo a latência, por exemplo.

Como funciona na prática?

Na prática, alguns dados da Edge ainda podem ser enviados para a nuvem, mas apenas aqueles que dependem de um processamento maior — pelo menos por enquanto. 

Com a Edge Computing, a IoT (Internet of Things) deixa de ser um bicho de sete cabeças e passa a ser totalmente viável. Vemos sua aplicação se popularizar cada vez mais, com dispositivos inteligentes como Smartwatches, por exemplo.

Com isso, podemos resolver uma série de desafios, como a latência ou a banda, por exemplo. Muitos afirmam que o futuro da nuvem está na edge.

O que é Fog Computing?

Como vimos, ainda existem desafios quando o assunto é a Edge Computing, principalmente quando consideramos a capacidade de processamento desses dispositivos na borda. Ao mesmo tempo, precisamos reduzir alguns problemas de latência ou banda que podem acontecer quando usamos apenas Cloud Computing.

É desse ponto intermediário, cinza, que surge a Fog Computing (Computação em névoa). Basicamente, a ideia trata justamente da mistura entre soluções na borda e na nuvem.

A essência da Fog é promover uma arquitetura descentralizada. As aplicações e o gerenciamento são distribuídos de maneira inteligente entre a fonte dos dados e a nuvem.

Como funciona na prática?

Nesse caso, contamos com uma estrutura de dispositivos intermediários, chamados de gateway, que fazem a triagem entre os dados que serão processados na edge e aqueles que serão levados para processamento na nuvem, de forma inteligente.

Isso permite a otimização do tráfego de dados, otimizando ao máximo os recursos disponíveis. Além disso, a alternativa também se mostra muito válida em tempos de IoT, uma vez que diminuímos a latência e permitimos uma comunicação mais eficaz entre as máquinas.

Cloud, Fog e Edge Computing: qual tecnologia vai vingar?

Ainda há confusão quando falamos sobre Cloud, Fog e Edge Computing. Muitos acreditam que a distinção se dá apenas no campo tecnológico, quando na verdade as abordagens trazem conceitos de computação, que não necessariamente se contrapõem.

Na realidade, os três modelos de computação são complementares e solucionam dores diferentes dos usuários. Não há, portanto, uma escolha de Sofia: existem necessidades que são apenas contempladas pela Computação na Nuvem, enquanto outras na Computação em Borda, por exemplo.

Avalie suas necessidades, estabeleça de forma inteligente a abordagem mais adequada e, por fim, monitore os resultados para obter o máximo de eficiência e trabalhar no processo de melhoria contínua!

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