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08/28/2020
Por
MJV Team

Business Intelligence: o que é e como implementar

Já falamos muitas vezes aqui sobre a pandemia mundial da Covid-19. Você já sabe o quanto ela modificou nossa rotina, nosso trabalho e nossa vida como um todo – até porque provavelmente você também sofreu com essas transformações inesperadas.

A verdade é que nunca falamos tanto em novos paradigmas novo normal, pós-normal, nova realidade — e as incertezas que todo esse “novo” gera. 

Com o isolamento social e a maioria das pessoas confinadas em suas casas, o consumo e a produção de dados pela internet explodiram, alcançando uma nova ordem de grandeza exponencial. E incalculável, é claro!

A crise financeira causada pela pandemia mundial abalou (e ainda abala) principalmente os modelos tradicionais de negócios, que já eram influenciados pelas rápidas mudanças da evolução tecnológica. 

Esse cenário demanda uma nova mentalidade sobre o futuro dos negócios: as empresas que quiserem prosperar nestes tempos precisam adotar posturas alinhadas ao ambiente global

Nesse artigo, vamos falar sobre Business Intelligence dentro desse contexto: dados incalculáveis, crise e como ele pode ser o diferencial para manter a sua empresa viva durante e no pós-pandemia. Acompanhe! 

Tudo são dados!

Como falamos, a troca e a produção de dados pela rede alcançou índices que nem acreditávamos serem possíveis. Tudo foi resumido a somente uma coisa: dados

Dados estão em todos os lugares e, sim, tudo se resume a eles. O que você compra, o que você posta, os conteúdos que você consome, o que você preenche. Não tem para onde correr: produzimos dados incontáveis 24 horas por dia. Dados são inevitáveis!

Um grande ciclo de inovações está acontecendo. E, nessa corrida, ganha quem souber tratar e interpretar melhor os seus dados. Fazer isso da maneira certa garante a virada de chave para transformar modelos de negócios, recalibrar estratégias e se manter competitivo (e vivo!) no mercado.

É um fato: o deep dive em Ciência de Dados é fundamental para as corporações que querem sobreviver. 

Dados são o novo petróleo?

Você já deve ter ouvido essa frase de Clive Humby, matemático britânico do ramo da ciência de dados. Ele disse:

“Os dados são o novo petróleo. É valioso, mas se não refinado, não pode realmente ser usado. Ele precisa ser transformado em gás, plástico, produtos químicos, etc., para criar uma entidade valiosa que impulsiona atividades lucrativas; portanto, os dados devem ser detalhados, analisados ​​para que tenham valor“. 

Nós concordamos. E acreditamos que as empresas precisam acompanhar esse movimento. Porém, vamos um pouco além. 

Acreditamos que os dados são a nova kryptonita. Ela mesma: a pedra das histórias do Super-Homem. É muito poderosa, mas capaz de enfraquecer e tornar vulnerável quem não a manipula corretamente.

Sim, se você não souber manipular seus dados, estará enfraquecido e fadado a perder seu ativo mais valioso: o cliente. E como mantê-lo? Com decisões alinhadas. 

Business Intelligence: afinal, o que significa?

Muito se fala em BI no contexto de tomadas de decisões estratégicas. Certamente você já se deparou com esse conceito em reuniões e leituras corporativas. Mas vamos entender melhor o que ele significa antes de avançarmos, ok?

Business Intelligence é o processo para adquirir, armazenar, recuperar e interpretar dados para se manter informado sobre como o negócio está operando e como ele se compara ao modo como operou no passado. 

Se você achou que a solução cai como uma luva no momento em que estamos vivenciando, está absolutamente certo. 

Uma estratégia de Business Intelligence — composta por soluções e métodos — ajuda a empresa a tomar melhores decisões, entendendo o que aconteceu e como aconteceu

Além disso, também orienta o planejamento e a execução de negócios, fornecendo insights e relatórios sobre o status das principais métricas e como elas estão progredindo.

  • Business Intelligence, por meio da orquestração de Big Data e do “garimpo” realizado com Data Mining, é a estratégia que proporciona aos gestores corporativos a possibilidade de tomar decisões realmente mais inteligentes, a partir de uma visão ampliada dos fenômenos e amparados por dados “decifrados” em tempo real. 

Usando dados para decisões mais alinhadas

O sucesso de uma empresa está ligado diretamente a decisões corretas. Mas como fazê-las de forma objetiva e imparcial?

Como você já sabe, no transcurso de suas atividades, a empresa gera e coleta inúmeras informações. São elas que geram os dados necessários para identificar os aspectos que precisam ser mudados e os que devem ser mantidos.

Esses dados são o material de trabalho utilizado pelo processo de Business Intelligence. O chamado B.I. é justamente o processo que envolve a extração de informações do negócio, através de diversas técnicas, a fim de atingir uma melhora na tomada de decisões da corporação.

Se é isso que você precisa para sobreviver à pandemia da Covid-19 e estar preparado para o tal novo normal, acompanhe 3 passos para começar a fazer agora. 

3 passos para implementar uma estratégia de BI

1. Arrume a casa!

Uma massa de dados é apenas uma massa de dados. De nada adianta ter uma base enorme e robusta se não é possível tirar nenhum insight valioso de lá. 

Para isso, é fundamental manter sua base de dados completa e organizada. O banco de dados conta a história da empresa, seus problemas e suas qualidades. E não tem como olhar para o futuro sem levar o passado em consideração como aprendizado, certo?

Esses dados serão o material de trabalho utilizado pelo processo de Business Intelligence. Percebe como a tarefa de melhorar a tomada de decisões fica inviável se as informações extraídas não tiverem uma qualidade mínima e estiverem organizadas? 

2. BI + DT

Para verificar o que dizem os dados e buscar pelas causas escondidas no comportamento humano, é necessário analisá-los (também) de forma qualitativa. É aí que entra a aliança

entre Business Intelligence e o Design Thinking.

A integração de BI + DT é um processo permanente para as empresas, uma verdadeira mudança no DNA da gestão. O sucesso não é mais a obtenção de metas a curto prazo, mas a constante superação dos limites do negócio.

Nesse sentido, soluções pontuais precisam estar alinhadas ao contexto macro de objetivos da empresa. Os erros passam a ser compreendidos como tentativas para o sucesso e lições aprendidas, o que torna a experimentação uma peça chave na produção de novos caminhos e na consolidação de soluções para o meio empresarial.

Bônus: DT Remoto!

Você já deve saber que o Design Thinking é fundamental para criar novas soluções, certo? Agora você vai conhecer a eficácia da metodologia em projetos remotos. 

O seu projeto envolvendo Design Thinking não precisa ficar parado na gaveta até voltarmos aos escritórios. 

Tendo em vista este cenário de exceção, a MJV propõe um formato próprio para permitir diagnosticar, conceituar e validar de forma ágil um redirecionamento estratégico assertivo e aderente aos desafios do contexto. 

Uma vez que as novas incertezas demandam agilidade, o formato proposto visa revisitar e “pivotar” rapidamente os business plans vigentes. Nesse cenário, todas as etapas do planejamento são revistas de forma dinâmica, utilizando o Design Thinking Digital como metodologia para otimizar e facilitar a definição de temas complexos e as tomadas de decisão subsequentes.

Através do Design Thinking Digital, se torna possível:

  • Adaptar e reenquadrar estratégias de médio prazo para planos de curto prazo dentro de um contexto de crise
  • Pivotar planos de negócio em execução e priorizar
  • Reenquadrar dinâmicas e rotinas de trabalho para minimizar o impacto em suas forças de trabalho, seus parceiros, cadeias de valor e clientes
  • Identificar novas oportunidades para a busca de competitividade e retomada de crescimento

Sim, tudo isso de forma remota. E igualmente eficaz, rápida e com qualidade nas entregas. 

3. BI + Big Data

Já falamos na grande onda de dados criados a cada minuto nessa rede mundial. É nela que você vai precisar surfar para não ser engolido.

Essa enormidade de dados, chamada de Big Data, não passa de um emaranhado de linhas soltas. Para enxergar seu potencial, é preciso ligar as pontas e, aos poucos, tecer o contexto que vai revelar o significado desse conjunto de informações. 

A necessidade de compilação e a análise desse complexo conjunto de dados, modificado constantemente, tem provocado mudanças nas operações de empresas dos mais variados

setores. 

  • Para cada caso, é possível adaptar o Business Intelligence a fim de obter o conhecimento necessário para a tomada de decisões estratégicas.

Por exemplo, é possível coletar informações sobre:

  • Necessidades e novas demandas do consumidor
  • Pressões do mercado
  • Condições industriais
  • Movimentações políticas, logísticas e econômicas
  • É o B.I. que vai ajudar a identificar os fatores que afetam o seu negócio.

A ampliação dessa tarefa, com o devido acompanhamento de profissionais especializados, permite transformar os dados em informações, e as informações em conhecimento, para garantir o sucesso dos negócios.

MJV way
Aqui na MJV todo o nosso trabalho é voltado para a inserção de práticas inovadoras no modo de gestão dos clientes. Para isso, coletamos informações mergulhando profundamente em seus contextos.
Dessa forma, apresentamos tendências metodológicas coletadas ao longo de inúmeros trabalhos inovadores em Business Intelligence e Big Data. São técnicas de aceitação
internacional, que causam profundo impacto nos processos e nos resultados das organizações.

Conclusão

Em nosso novo contexto, acreditamos que a colaboração é a palavra de ordem. Dessa forma, pedir ajuda pode ser a virada de chave para uma transição de sucesso em seu negócio. 

Se você não sabe por onde começar ou acredita que essas grandes transformações podem abalar as estruturas da sua empresa, busque apoio.

Lembre-se: empresas afinadas ao ambiente complexo da contemporaneidade

certamente serão mais bem sucedidas e capazes de crescer. 

Se você busca por paradigmas cada vez mais assertivos no processo de tomada de decisões, BI pode ser um caminho certeiro nessa direção. Que tal tomarmos um café (remoto) e conversarmos sobre os seus desafios? Essa é a hora!

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