10/22/2019
By
MJV Team

Armazenamento em nuvem: 6 passos para configurar a nuvem

Recentemente, publicamos aqui no blog um artigo onde versamos sobre as vantagens do armazenamento em nuvem.

Em nosso primeiro  material, mostramos os benefícios para os negócios como um todo e também para o time de TI.

Hoje resolvemos listar um passo a passo para a configuração de uma nuvem. A ideia é que você consiga visualizar o que é essencial neste tipo de projeto. 

Passo a passo para configurar a nuvem

Confira!

1. Avaliação

O primeiro passo é a avaliação. Aqui, a empresa analisa a infraestrutura existente, pessoas e outros ativos com relação ao seu portfólio de TI. 

Os ativos de TI são comparados em termos de desempenho, disponibilidade e escalabilidade, para que uma análise do custo-benefício seja realizada baseada na plataforma de nuvem de destino.

Um modelo de ROI e um documento de estratégia de alto nível devem ser preparados.

2. Consolidação

A próxima etapa na configuração da nuvem é a consolidação. Todos os caminhos para a consolidação da infraestrutura e do orçamentos de TI devem ser explorados e implementados. 

Por exemplo, se uma empresa tiver vários datacenters, ela poderá considerar o descarte de alguns deles. A organização deve então consolidar os dados em um local central para atender aos requisitos de toda a região. 

O datacenter central deve ter propriedades de nuvem, para que seja robusto o suficiente para atender a todos os dados das diferentes regiões.

3. Virtualização

Depois de consolidar os ativos de TI, considere a virtualização da infraestrutura. Essa etapa na jornada de configuração da nuvem ajudará a otimizar a infraestrutura já consolidada. 

Geralmente, o dimensionamento de hardware é feito com vistas ao pico de requisitos/uso desse hardware. É importante verificar até que ponto o hardware é subutilizado.

É o que ocorre quando durante a avaliação constata-se que apenas 10% do poder total de computação é  utilizado. Nesse caso, será necessário encontrar maneiras de utilizar os 90% restantes da capacidade. 

Ao fazer isso, a organização pode maximizar o uso da infraestrutura de TI e explorar recursos subutilizados no caminho para a configuração da nuvem privada.

4. Migração

Padronização de aplicativos

Depois que a infraestrutura for virtualizada e o data center consolidado, considere a migração de aplicativos. 

Os aplicativos são avaliados a partir de uma perspectiva funcional e também não funcional. Depois são selecionados ou rejeitados, migrando para a nuvem.

A padronização da arquitetura de aplicativos é um fator importante. Isso envolve a construção de uma arquitetura de referência padrão, comparando-a com a atual do aplicativo e estabelecendo a lacuna entre as duas.

Qualquer  anomalia deve ser eliminada nesse estágio, modificando os aplicativos conforme necessário, para adequar-se à arquitetura de nuvem de referência.

Desempenho da aplicação

Em uma plataforma de nuvem virtualizada, há certas qualidades esperadas dos aplicativos. Vamos supor que o aplicativo acesse um arquivo usando uma URL e caminho específicos. 

A nuvem não tem localização padrão específica dos arquivos, porque se a máquina ficar inativa, o arquivo será perdido e o aplicativo também será desativado. 

Em uma plataforma de nuvem, você não pode esperar que o aplicativo acesse o arquivo usando um caminho uniforme, quando o mesmo arquivo pode estar localizado em vários locais da nuvem.

5. Automação

A próxima etapa da jornada de configuração da nuvem é a automação, na qual qualidades como o autoprovisionamento são incorporadas em aplicativos. 

Por exemplo, se a carga em um aplicativo aumentar inesperadamente enquanto está em execução, um ambiente tradicional exigiria a aquisição de um novo servidor, a instalação do aplicativo e a conexão com a rede, para que a carga adicional fosse manipulada. 

No entanto, em uma configuração de nuvem, o aplicativo deve ter capacidade de dimensionamento automático para formar uma nova máquina virtual (VM), instalar-se no ambiente virtual e começar a atender a nova solicitação.

A automação também pode ser realizada com relação ao gerenciamento e monitoramento. No caso de uma máquina inoperante, um alerta pode sair automaticamente para o administrador.

Idealmente, sem intervenção manual, a nuvem poderia criar uma nova instância por conta própria e iniciar o aplicativo conforme necessário. A automação incorporada nos aplicativos permite a autocorreção e o dimensionamento.

6. Otimização

A mudança para uma configuração de nuvem é invariavelmente solicitada pelos benefícios potenciais de custo e desempenho. A fase final de otimização envolve o levantamento das métricas. 

Após três meses de execução dos aplicativos na configuração da nuvem privada, observe as métricas geradas e avalie se os destinos estão sendo atendidos.

Com base nessa análise, modificações podem ser incorporadas para obter o máximo benefício. Esse é o nível de maturidade mais alto da jornada de configuração da nuvem.

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