12/16/2019
Por
MJV Team

Tendências de mercado: o que não pode sair do radar em 2020

O ano de 2020 não é só o início de uma nova década. Ele é aguardado por muita gente como o ano em que diversas tendências de mercado devem se concretizar.

No artigo de hoje, vamos trazer as tendências que valem a pena manter no radar; elas terão impactos em seu negócio e mercado ao longo do próximo ano.
Confira!

O que de fato são tendências de mercado e por que prestar atenção nelas

Uma tendência é uma direção geral na qual algo está mudando, se desenvolvendo ou se aproximando. O termo ‘tendência’ significa: desenvolver ou mudar em uma direção; evolução de algo num dado sentido; orientação.

No mundo dos negócios, uma tendência é um padrão de mudança gradual em um processo, produto, condição ou comportamento – do mercado e de seus consumidores; muitas vezes puxada por um desses dois atores. 

Assim, quando dizemos “tem havido uma tendência em direção à hipotecas de curto prazo”, isso significa que mais pessoas agora estão tomando hipotecas de prazo mais curto — mas pode também significar que as instituições que fornecem hipotecas conseguiram inserir este novo comportamento no mercado.

Identificar tendências não é tarefa simples. Exige exercício de análise, acompanhamento de notícias, percepção das movimentações mercadológicas e do comportamento dos consumidores e uma boa pitada de “futurismo”. 

As tendências de mercado que não podem sair do seu radar

Confira agora um detalhamento das tendências de mercado com as quais você deve lidar em 2020.

Economia colaborativa 

A economia colaborativa, em sentido amplo, refere-se a “sistemas econômicos de redes e mercados descentralizados que liberam o valor de ativos subutilizados, combinando necessidades e posses, de maneira a contornar instituições tradicionais”. 

Por exemplo, emprestar e alugar bens de consumo privados por meio de Peerby, ignorando os varejistas tradicionais; alugar acomodações através do Airbnb; ignorando o hotel tradicional; solicitando uma carona pelo aplicativo Uber, sem o uso de uma empresa de táxi tradicional.

Digital as a service 

A concorrência está evoluindo e aprimorando seus serviços e produtos cada vez mais rápido. Todas as empresas estão focadas em criar as melhores e mais incríveis experiências para seus usuários. 

Os responsáveis por criar essas novas expectativas nos consumidores foi o GAFA: o grupo que compreende Google, Amazon, Facebook e Apple. O conglomerado de gigantes da tecnologia dita as regras para o mercado de tecnologia e todos os outros. 

O digital deve estar no centro de todas as corporações que desejam sobreviver. O norte das iniciativas deve estar na experiência do consumidor. Caso contrário, as empresas correm grandes riscos de serem engolidas pela crescente onda de soluções digitais. E com bancos e seguradoras isso não é diferente. 

Experiência do usuário como bússola 

Da maneira como o mundo tecnológico está emergindo, tornou-se uma filosofia por excelência atender as necessidades de um usuário com a melhor experiência nas diversas plataformas digitais que ele ou ela pode usar.

A experiência do usuário inclui todos os aspectos da interação do usuário final com a empresa, seus produtos e serviços.

Vamos pensar na experiência do usuário online. Veja quais são as tendências nessa área para 2020:

  • UX responsivo;
  • Gráficos líquidos;
  • Interfaces foto-conduzidas;
  • Temas escuros;
  • Ilustrações;
  • Gráfico 3d personalizado: animado e estático;
  • Minimalismo;
  • Conteúdo de vídeo;
  • Conteúdo personalizado;
  • Design de UX para modelos de negócios.

Organizações Exponenciais e o poder disruptivo 

Uber, Netflix, Airbnb, Nubank, Spotify têm uma coisa em comum: são organizações exponenciais que, em síntese, é um título dado aos negócios que conquistam um exército de fãs apaixonados — membros da equipe, fornecedores, parceiros, clientes ou o público em geral. Essas milhares de mentes se tornam uma extensão da própria empresa. 

Para 2020, os negócios exponenciais tendem a ter vasto campo de desenvolvimento. Os especialistas apontam as características que favorecem essa realidade:

  • mindset de longo prazo e cultura de inovação;
  • capacidade superior de diálogo com seus públicos de interesse;
  • forte posicionamento de marca;
  • orientação para a experimentação;
  • uso estratégico da tecnologia digital;
  • capacidade de se antecipar às demandas de mercado — e de atendê-las;
  • potencialidades percebidas por investidores.

Home Office 

O home office seguirá se expandindo em 2020, ainda que muita gente acredite que ele já cresceu o que tinha que crescer. 

O que os especialistas apontam é que este será o ano em que os escritórios em casa chegarão ao seu ponto máximo, e isso está bastante ligado à curva de transformação digital das empresas. 

O Novo marketing é sobre o consumidor 

O ano de 2020 promete demarcar uma nova era para o marketing, que passará a ir muito além das métricas e performance, satisfação e lealdade do usuário.

O novo grande papel do Marketing é operar na linha de frente, conhecendo e compreendendo o cliente em seu contexto e distribuindo esse conhecimento de volta às demais áreas de negócios. Sob esse guarda-chuva estão funções práticas como:

  • tornar a estratégia de mercado orientada a dados para, a partir disso, fornecer inteligência a todos os níveis do negócio;
  • mapear e analisar grandes volumes de dados comportamentais;
  • estruturar campanhas em nível exponencial, potencializando vendas futuras, não apenas em curto prazo;
  • potencializar a inovação em produtos, serviços, processos etc.

Isso tudo tem gerado mudanças através de vários meios — estrutura organizacional, requisitos de habilidades, qualificação de talentos, tecnologia e automação —, o que coloca o CMO tradicional quase obsoleto e abre caminho para o Chief Growth Office, mais orientado à expansão dos negócios como um todo.

Automação

Também a automação deverá abrir uma nova fase a partir de 2020. Alimentada por bots, ela vai eliminar a necessidade de executar manualmente tarefas repetitivas e baseadas em regras que envolvem dados estruturados.

A automação deverá se tornar ainda mais barata e simples de implementar para empresas de todos os portes e nos mais diversos segmentos do mercado. 

Privacidade de dados 

Por fim, 2020 será o ano de virada em termo de privacidade e segurança dos dados. 

Em agosto deste ano, entra em vigor no Brasil a Lei Geral de Proteção de Dados que, basicamente, estabelece regras para a coleta, manipulação, armazenamento e compartilhamento de dados pessoais gerenciados pelas organizações brasileiras e que atuam no território nacional.

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