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10/23/2020
Por
MJV Team

EAD: como melhorar a experiência do usuário em plataformas de sala de aula

Hoje, o mundo é bem mais digital e remoto! Essas novas demandas exigem novas habilidades dos profissionais. Nesse contexto, ensino a distância surge como uma solução valiosa. Mas para obter resultados é urgente melhorar a experiência do usuário em plataformas de sala de aula.

Engana-se quem olha para as plataformas de ensino a distância como um modelo específico para o momento que passamos. Com certeza, o e-learning é um legado para o futuro da aprendizagem. 

É bem verdade também que, nesse mesmo futuro,  as empresas serão muito mais remotas do que elas imaginavam. 

Antes mesmo da Covid-19 aparecer, já existia uma infinidade de plataformas digitais com aplicativos, programas, softwares, videoaulas, simulados, jogos e para consumir conhecimento de maneira geral. Muitos negócios já tinham as suas próprias universidades corporativas. 

Além disso, a previsão já indicava que, até 2023, o ensino à distância ultrapassaria o ensino presencial. Essa tendência acompanha a mudança na forma da sociedade buscar conhecimento, ela não está atrelada a pandemia.

Em meio à Transformação Digital, capacitar a força de trabalho pode significar a sobrevivência de um negócio ou a manutenção na liderança do mercado. 

Mas note: o EAD também ganha bastante força no mercado educacional. O modelo estourou a bolha da graduação, pós graduação e especialização e alcançou crianças e adolescentes nas escolas e cursos de idiomas.

Se não há mais dúvida com relação ao EAD, o próximo passo é buscar soluções para potencializar seus resultados – além de um bom conteúdo (é claro!). 

Descubra nesse post como o UX é capaz de escalar a eficiência das plataformas de ensino a distância na sua empresa. 

UX: o desafio do ensino a distância 

Tanto no setor educacional quanto na capacitação de equipes dentro de empresa, para ter o resultado esperado – retenção do conhecimento -, o modelo e-learning precisa solucionar alguns desafios bem complexos:

  • Desenho da estratégia do curso
  • Envolvimento dos alunos 
  • Experiência 

A coleta de feedback para ajustes rápidos e melhorias também é uma red flag. Como a aula não é presencial, esse retorno não é percebido de imediato e precisa ser motivado. 

Vale lembrar que é preciso um olhar cuidadoso para todos os perfis de alunos (ou colaboradores). O curso precisa, necessariamente, atender suas necessidades – e desejos. 

Trazê-los para o centro da estratégia e entender a fundo suas urgências vai garantir o sucesso ou fracasso do seu projeto. 

Já vamos deixar um spoiler aqui: o Design Thinking e o Jobs to be Done podem ajudar bastante. 

Customer Experience 4.0

Para os que darão as aulas, vale um trabalho de desconstrução do modelo presencial – que todos estamos bem mais acostumados. Nesse sentido, mergulhar nos novos mecanismos de suporte de compartilhamento do conhecimento pode ser bem valioso. 

Design: a solução para escalar os resultados do ensino a distância 

O Design aparece como protagonista dessa história. Seu papel?

Reter a atenção do aluno e criar experiências encantadoras para o acúmulo do conhecimento.  Qual é a proposta?

Vinculação a partir do design

Todos os usuários já têm o hábito de usar determinados aplicativos para solucionar suas necessidades. Mudar causa um enorme desconforto, já que é preciso realizar todo o processo de adaptar-se a uma outra experiência, ou melhor, outro design. 

Criar uma experiência memorável garante que o usuário fique satisfeito com o resultado alcançado. Assim, é possível reter o aluno no curso e fidelizá-lo, aumentando seu lifetime value.  

Anote as Red Flags

Traga esses 2 pontos de atenção para o centro do desenho da estratégia do curso. Acredite: o sucesso depende deles.  

Usabilidade

A usabilidade define a facilidade – ou não – de executar a tarefa necessária em uma aplicação. No caso do EAD, finalizar o curso e reter o conhecimento. 

Ela é responsável por empoderar o cliente a resolver em poucos cliques todos seus problemas, mantendo a satisfação sempre ativa. 

Solução rápida de problemas

Humanizar o ensino a distância é o primeiro passo para escalar os resultados. Nos modelos presenciais, os alunos resolvem seus problemas com ajuda de uma equipe especializada. O ambiente virtual pode não contar com essa percepção. 

Mas isso não quer dizer que não seja verdade. Os ambientes virtuais de aprendizagem podem proporcionar um suporte para solucionar problemas bem mais eficiente e com menor custo. 

Anota essa dica aí! Canais de relacionamento e suporte de conteúdo – como FAQs e passo a passo –  são prioridades em qualquer e-learning. 

O plano de ação: 5 dicas para melhorar a experiência do usuário em plataformas de sala de aula

Separamos dicas valiosas para solucionar os desafios mais reincidentes em projetos de ensino a distância. 

Ambiente virtual de aprendizagem

O ambiente virtual de aprendizagem é a chave para que o aluno não desista do curso. 

Esse é o local onde ele encontrará todos conteúdos do curso e outras ferramentas de interação, como videoaulas, chats, fóruns, bibliotecas virtuais e agendas de eventos.

Dica de ouro: o ideal é que ela aceite algum nível de personalização. 

Lembre-se: o mobile é o maior aliado da ascensão do EAD no Brasil. A maioria dos alunos acessa via smartphone. Atenção a responsividade da solução.  

Vídeos

O mundo é VUCA – volátil, incerto, complexo e ambíguo! Produzir aulas enormes não é sinal de sucesso. Busque conteúdos enxutos, leves, rápidos e claros. Soluções como animação, colagem e whiteboard ajudam bastante. 

Dica de ouro: invista no microlearning – conhecimento em formato de pílulas podem ser consumidos entre as atividades. 

Usabilidade 

Como falamos ali em cima, a usabilidade é responsável por criar possibilidades para o aluno resolver seus problemas sozinho. Já que o foco da usabilidade é justamente o usuário, o primeiro passo para projetos de ensino a distância é investir na análise do consumidor. 

Estética

A estética da sua plataforma e sala de aula vai colaborar bastante com a promoção de uma interface intuitiva. 

Dica de ouro: é preciso diminuir o gap entre design e desenvolvimento!

É muito mais barato construir o projeto certo desde o início do que corrigi-lo mais tarde. Crie um time misto de TI e Designers para escalar resultados. 

Atenção! Estatísticas indicam que investir em UX durante a fase conceitual de um projeto é capaz de reduzir de 33% a 50% do tempo do ciclo de desenvolvimento de uma solução.

Interface intuitiva 

Fique atento ao que dizem os seus números! Todos os insights que você precisa para promover melhorias na arquitetura da informação e na performance do seu site vão vir deles. 

Potencializando a experiência do Ensino a Distância 

Gamificação

Frente aos processos de aprendizagem tradicionais, a solução gamificada se mostrou uma opção adequada graças às suas altas taxas de engajamento e retenção do conteúdo aprendido.

Alguns dos principais benefícios de uma solução gamificada são:

  • Representação lúdica de uma tarefa concreta a ser realizada
  • Engajamento dos colaboradores no processo de aprendizado
  • Feedback instantâneo sobre o conteúdo aprendido

A mecânica de jogo possibilita funcionalidades como pontuação, ranking, troféus, avatares, times, entre outras. Existem também módulos de fórum, em que os jogadores podem compartilhar experiências uns com os outros. Esse é um grande facilitador para o engajamento e retenção do conhecimento. 

As plataformas gamificadas proporcionam autonomia para que seja feita toda a gestão do conteúdo e acompanhamento de métricas de treinamentos em tempo real. Neste ambiente, é possível verificar o desempenho individual e coletivo dos alunos, o que torna a plataforma uma via de feedback constante sobre os processos internos.

Design Thinking + Ágil + Desenvolvimento de Software

Geralmente, empresas que utilizam abordagens tradicionais para desenvolvimento de software enfrentam 2 dores: a primeira está relacionada ao hand-over das equipes de TI. A segunda, ao time-to-market das soluções. Explicamos.

  • Hand-over: como TI nem sempre participa da criação do escopo do projeto, o resultado nem sempre é o que os times comercial e de design de serviços esperam.
  • Time-to-market: na abordagem tradicional, o lançamento de uma solução pode levar anos. Desde essa ideação até a implementação, as tendências de mercado mudam e a área de TI geralmente não consegue absorver essas alterações para responder adequadamente.

Ágil + DT + Desenvolvimento de software

Essa equação de ouro do desenvolvimento de software é o resultado da união entre o foco nas necessidades dos usuários trazidas pelo Design Thinking e de gerenciamento flexível e orientado à eficiência dos Métodos Ágeis.

Data Science + Design Thinking 

Unir essas duas metodologias tão poderosas gera:   

• Modelo que vai tomar decisões e automatizar processos

• Teste de hipóteses, baseado em estatísticas, que pode trazer decisões bem mais alinhadas com os cenários de desafios 

Você deve estar se perguntando o que há de diferencial nesse modelo. Vamos compartilhar as nossas 2 engrenagens. 

Infraestrutura

É por ela que o acesso aos dados será realizado e o trabalho de engenharia de dados vai acontecer. O ideal é analisar, antes do processo começar, qual é a melhor estratégia para criar essa infraestrutura quando não houver. 

Lembre-se: Ciência de Dados vai olhar para os dados que já estão disponíveis.  

User experience

A partir da etapa de imersão do Design Thinking, os projetos de Data Science da MJV são diferenciados. É nesse momento que geramos uma profunda análise dos usuários, clientes e stakeholders. 

Em uma janela de transição, é fundamental investir em experiência do usuário. Se esta já tinha protagonismo nas estratégias de negócio, agora é a peça-chave.

É importante frisar que o bom UX é aquele que consegue equilibrar experiências de valor para os clientes e ROI para o negócio. 

Não há dúvidas que investir em UX é a solução para incrementar a experiência de ensino a distância. Comece hoje mesmo! 

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