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11/05/2020
Por
MJV Team

Design Thinking + TI para soluções complexas: descubra o potencial que há nesse combo

Sabemos o quanto a TI é um setor que precisa estar sempre inovando. E que isso custa tempo e dinheiro. Logo, a maneira mais segura de trazer soluções inovadoras e disruptivas para a área é colocando o Design Thinking como primeira etapa de qualquer mudança. Acesse esse artigo para entender o que o DT pode fazer pela sua TI!

O Design Thinking é uma abordagem arrojada, sistematizada e não linear que tem como foco o ser humano. Você deve estar se perguntando o motivo de unir Design Thinking e TI. Trazer a metodologia para os projetos de TI ajuda a mudar a maneira como exploramos os problemas e criamos soluções inovadoras e alinhadas para eles. 

Foi por isso que fomos a empresa pioneira de DT no Brasil. Aqui na MJV, o Design Thinking nos ajuda a desenvolver soluções inovadoras para reduzir custos, aumentar lucros e gerar novos modelos de negócio.

A principal característica do DT é que é uma metodologia totalmente adaptável. Suas ferramentas e aplicações são aplicadas de acordo com a necessidade das empresas, projetos, produtos e serviços. Além disso, o DT casa bem com todos os setores de uma corporação.

Hoje, especificamente, vamos falar do casamento Design Thinking + TI. A área, que precisa estar sempre inovando, tem bastante espaço para o Design Thinking brilhar e fazer o que faz de melhor: 

solucionar problemas complexos de forma rápida, eficaz e inovadora, é claro!

Acompanhe esse artigo e entenda como sua TI pode alcançar resultados exponenciais utilizando o DT!

Design Thinking e TI: a 1ª etapa na criação de soluções complexas

Como falamos aqui em cima, o Design Thinking, por definição, é uma abordagem estruturada da inovação que tem como foco o ser humano e busca gerar soluções que alinhem o desejo e as necessidades do usuário consumidor com a geração de valor empresarial.

Com a urgente Transformação Digital, as áreas de TI deixaram de apenas operacionalizar a estratégia de negócio e assumiram o escopo de desenhá-las também. A área está ganhando cada vez mais relevância estratégica.

Na prática, o DT proporciona os dois lados da moeda: permite que colaboradores, equipes e empresas tenham uma perspectiva centrada no ser humano e também traz uma abordagem científica para resolver uma dor ou um problema.

Pode não ser o seu caso, mas, geralmente, uma das primeiras perguntas que escutamos quando falamos sobre Design Thinking é “por que é melhor usar essa metodologia?”. 

Bem, falando no português claro: o DT é o famoso “pau para toda obra”. Ou coringa, como preferir. Entenda melhor o próximo tópico.

Design Thinking: o coringa corporativo

A grande sacada do Design Thinking é que ele pode ser facilmente agregado a qualquer área, setor, projeto ou processo. Isso só é possível a partir das técnicas de design que são utilizadas na metodologia para entender de fato as dores que o cliente tem.

Muitas vezes, o cliente pede e espera algo do projeto, mas essa não é exatamente a raiz do seu problema, não é o que a corporação precisa. Pode até ser uma dor real. Porém, muitas vezes é limitada a uma determinada visão da área, processo ou gestor.  

O Design Thinking entra para trazer uma visão macro. E contempla o gestor que possui uma dor específica com essa visão também. 

Isso vai impactar em toda e qualquer área. Vamos dar dois exemplos práticos: Design Thinking + Dados e Design Thinking + TI. 

Design Thinking e Dados

O gestor precisa de um determinado relatório, como de vendas, por exemplo. O DT vai identificar outras necessidades de acordo com a visão macro. 

No caso de vendas, será que não seria interessante incluir a segmentação dos custos e margens de lucro? E se criarmos um dashboard com impostos? E se segmentarmos geograficamente?

São apenas alguns exemplo de perguntas que o DT vai identificar e fazer para o gestor para chegar à raiz do problema e criar uma solução que seja, de fato, eficaz e assertiva. 

É importante lembrar que, muitas vezes, a dor que um gestor tem é uma dor que a empresa inteira também tem. E é aí que o Design Thinking vai atuar: através da imersão no cenário da corporação, se torna possível pensar “fora da caixa” para chegar em uma solução eficaz, completa e escalável. 

Design Thinking e TI

Processos engessados, falta de dados na granularidade necessária, necessidade de um modelo exclusivo que faça mais sentido, algoritmos que busquem dados de forma automatizada… Esses são apenas algumas dores que atrapalham constantemente os gestores de TI.

Veja: são muitos problemas dentro desse escopo. Os gestores, via de regra, não sabem nem por onde começar a resolver essas questões. O Design Thinking entra para ajudá-los a analisar, pensar e avaliar sua real necessidade para conceituar uma ideia.  

  • Que ferramentas são utilizadas? Por quê?
  • Que ferramentas podemos usar no lugar delas?
  • Que dados você precisa, de fato?
  • Por que não produzir os dados necessários dentro de casa?
  • É possível utilizar um sistema paralelo para fazer análises?
  • Ou seria mais fácil e rápido pensar em um plano de melhoria dos sistemas utilizados?

Tudo isso parte de uma necessidade específica de uma área e passa a envolver todos os setores. O ganho será muito maior, exponencial.

O Design Thinking é um passo anterior ao “mãos à obra!”. É pensar e trazer estratégia para os projetos de TI.

E isso se aplica para outros projetos e setores também, como desenvolvimento, infraestrutura, tecnologia, marketing, RH, DP, jurídico… e poderíamos ficar aqui o dia inteiro nessa lista. 

Design Thinking e TI = aliança poderosa

O que isso significa?

Com a junção desses modelos, o cliente – que anteriormente tinha um problema – recebe uma solução completa, implementada e testada conforme a sua necessidade. 

Bônus: visualização e compreensão de dados! 

É importante lembrar que os resultados dos modelos de dados e TI precisam sempre ser compartilhados de maneira eficiente e prática. 

Acredite: muitas vezes, acontece de modelos chegarem ao extremo de serem descontinuados por serem complexos demais para o usuário final. 

Através do Design Thinking e do desenvolvimento centrado no ser humano, se torna possível que os cientistas de dados estruturem seus resultados de forma mais simples e amigável. 

Sim, entendemos que isso não é uma tarefa simples. E que compartilhar apresentações com resultados e informações complexas é uma tentação para os data scientists. Porém, apesar de serem totalmente compreensíveis para uma área mais técnica, os resultados devem ser “entendíveis” para todos os envolvidos em um projeto. 

É por isso que um time multidisciplinar, que identifique as dores reais e que esteja imerso nas necessidades da empresa é tão importante. Colaboradores especializados em visualização e compreensão da informação também podem ajudar bastante nessa missão.

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3 passos para o backlog: Design Thinking e TI na prática

Resumidamente, dentro do contexto de um projeto de Design Thinking e TI, haverá a análise de 3 fatores.

1. Dores:  macro e micro.

2. Ferramentas: as já existentes e em uso dentro da empresa e as possíveis de serem implementadas de acordo com as necessidades.

3. Vantagens e desvantagens: dos possíveis cenários para começar a construção de um roadmap a ser seguido.

O Design Thinking gera uma lista com essas 3 análises. Para isso, serão necessárias: 

  • entrevistas, 
  • observação da rotina de trabalho dos diferentes setores
  • checagem da usabilidade das ferramentas

Com isso, a metodologia poderá perguntar, conceituar, adaptar e sugerir. E é aí que o DT brilha. 

O resultado disso tudo? 

Um backlog de execução para saber como chegar na solução que o Design Thinking encontrou para solucionar as dores da sua TI.

Potencial do Design Thinking nos projetos de TI

Eficiência

A metodologia acerta em cheio nas soluções para as dores da corporação de forma rápida e assertiva.

Economia nos custos

Investir em tecnologias de forma pensada e estruturada faz com que o retorno seja muito maior e não gere custos desnecessários.

Desenho da estratégia

Mesmo quando falamos em projetos de TI, não é só sobre implementar uma tecnologia. Essa implementação também passa por um marketing de relacionamento (o processo em si, qual vai ser a cultura, como vai ser construído esse relacionamento etc) para que a ferramenta seja aderente à dor do cliente. 

Isso é estratégia e a estratégia é resultado de um processo de Design Thinking – assim como a própria escolha da ferramenta em si. 

5 dinâmicas do Design Thinking para seu time de TI resolver problemas

Se você chegou até aqui, já sabe que o Design Thinking tem total fit para enfrentar uma ampla gama de desafios das corporações – ainda mais em tempos de incertezas, trazendo soluções assertivas e impulsionando a inovação. 

Por isso, listamos 5 dinâmicas do DT que podem ajudar sua equipe de TI a resolver problemas de maneira rápida e disruptiva. 

1. Protótipo de serviço

Esta é uma espécie de simulação de uma experiência do serviço ou produto em tempo real. Normalmente, o protótipo varia em forma, tom e complexidade.

O objetivo do protótipo é justamente simular, da forma mais fidedigna possível, o ambiente do “mundo real”. O objetivo é ver o que acontecerá se fatores externos interferirem durante a entrega do serviço ou produto e identificar quais serão esses fatores.

Resumindo, o princípio do protótipo é “aprender fazendo”.

2. Encenação do serviço

Essa dinâmica do Design Thinking consiste em uma espécie de encenação construída, por exemplo, com diferentes personagens.

Ao tornar a situação mais teatral, alguns fatores (como a linguagem corporal e as emoções articuladas pelos personagens) ajudam a desenvolver e gerar novas ideias.

3. Criação de cenário

Outra dinâmica muito interessante é a criação de cenários durante o processo de design. 

Os cenários ajudam a compreender e ilustrar como as pessoas experimentam produtos e serviços em um nível mais profundo e contextual e como suas necessidades e expectativas mudam com o tempo.

Os cenários ajudam as equipes a pensar “maior” e “fora da caixa”. Especialmente entre departamentos, essa dinâmica facilita bastante, pois descola os gestores e equipes do pensamento limitado ou isolado. 

Uma dica: considere os cenários também como uma forma de comunicar visualmente as interações do cliente com um produto ou serviço e transmitir seu ponto de vista de forma sucinta, informativa e memorável.

4. Mapa de jornada do usuário

Um mapa da jornada do usuário (também conhecido como mapa da jornada do cliente) é um diagrama que ilustra visualmente o fluxo do usuário: começa pelo contato inicial ou descoberta e vai seguindo o processo de engajamento ao longo prazo.

O mapa vai identificar as principais interações e pontos de contato e detalhar as metas, motivações e sentimentos do cliente em cada estágio.

Uma dica: considere o mapa um termômetro para mostrar os pontos que requerem uma melhoria na experiência do cliente (sim, aqui é DT + UX).

5. Storyboard

Os storyboards comunicam um conceito visualizando as interações do usuário. Eles usam a arte da ficção para se concentrar na experiência de uma pessoa ao usar um determinado produto ou serviço.

O desenvolvimento de um storyboard é uma ótima maneira de criar um protótipo de conceito de serviço.

E aqui vai uma questão importante: talvez a melhor parte dos storyboards seja que eles são baratos. 

Ou seja, em vez de desenvolver tecnologias caras e contratar pessoas para prototipar seu conceito, uma caneta e papel são realmente tudo que você precisa para criar um storyboard.

E por quê? Quando você está apresentando algo desconhecido, as imagens são muito mais fáceis de entender. Fica a dica.

Invista em Design Thinking e TI: não dê um tiro no escuro!

O enriquecimento que o Design Thinking traz para projetos de TI antes dele acontecer é imensuravelmente vantajoso para qualquer corporação. 

Aqui na MJV, o DT está em nosso DNA. Nossa esteira de projetos – inclusive de TI – sempre começa pelo Design Thinking. A metodologia é sempre a primeira etapa porque dessa forma temos certeza da aderência das soluções encontradas. 

Entendemos que começar um projeto de TI sem que o DT esteja incluído é um verdadeiro tiro no escuro. A chance de gastar tempo e dinheiro em vão é muito grande. E não é um risco que nenhuma empresa quer e deve correr – ainda mais em tempos de crise.

Quer conversar sobre unir Design Thinking e TI e entender melhor como eles chegam em soluções disruptivas? Entre em contato conosco e vamos tomar um café remoto!

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