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02/12/2016
Por
MJV Team

4 motivos para você ser um mestre em Design Thinking

A aplicação do Design Thinking é praticamente ilimitada: na vida pessoal, nos negócios, nas fintechs (financial technologies), nas indústrias de A a Z, na política e na educação, para a formação de equipes mais resilientes e muito mais. Onde há desafio, há como aplicar inovação guiada pelo design.

Por isso, renomadas escolas de negócios pelo mundo estão formando especialistas, mestres e doutores na área. Até a MJV, que em breve lançará seu primeiro curso online. O fato é que design thinkers acumulam uma ampla quantidade de técnicas de pesquisa, análise, workshops de cocriação e prototipagem, tudo para inovar de forma estruturada e segura. 

Ainda tem dúvidas de que você e sua equipe também precisam se capacitar em DT? O texto a seguir pode ajudar a esclarecer.

DT é mainstream? Nem tanto…

O processo de inovação centrado nos usuários já virou moda e foi até classificado como mainstream nos Estados Unidos e na Europa. Mas ainda está começando a ser conhecido por muitas empresas em diversas partes do mundo.

Normalmente, a reação é muito positiva. Tanto colaboradores quanto gestores de negócios ficam positivamente impressionados com a possibilidade de misturar setores e pontos de vista para avançar no objetivo comum da instituição.

Muitas vezes, o mergulho no conhecimento externo aliado à união de forças com o uso das ferramentas de design traz um aspecto completamente novo à criatividade viciada do dia a dia.

Por isso, é importante entender e buscar sempre inovar a própria forma de criar soluções. Separamos 4 motivos para você ser um mestre em Design Thinking (e entender por que capacitar design thinkers para seu negócio).

1 – O mundo está sendo reinventado pelo Design 

Há muitos exemplos de negócios que transformaram totalmente um determinado segmento de mercado pelo simples fato de terem se reinventado a partir de novos paradigmas. Exemplos já clássicos são o Airbnb e o Uber, que desafiou o sistema antigo de táxis e saiu do tradicional pensamento de serviços monopolizados e, assim, pulverizou novas possibilidades descentralizadas e independentes.

O Design Thinking traz as lições fundamentais para poder dar esse pulo para fora da caixa: humildade e curiosidade são características básicas para ir a fundo no conhecimento dos problemas. Segundo o autor do livro Design Thinking – Inovação em negócios, Ysmar Vianna, a riqueza da pesquisa no Design Thinking é colocar o usuário no centro do processo investigativo. E o usuário estudado também leva com ele uma experiência rica: a de ser ouvido realmente.

2 – Governos pelo mundo estão cocriando

Separamos alguns breves exemplos da aplicação do Design Thinking pelo mundo:

  • A Polícia da Inglaterra utilizou Design Thinking para revolucionar a integração da instituição.
  • A Prefeitura de Joinville está usando o Design Thinking para tentar modernizar os procedimentos de gestão pública da cidade.
  • O Conselho Municipal de Sunderland, no Reino Unido, acolheu um projeto focado em inserir desempregados no mercado, já que 26% da população ativa estava sem trabalho. Nesse projeto, depois de uma intervenção pelo design, 275 pessoas encontraram emprego, reduzindo o custo de ter um indivíduo de volta ao trabalho a uma economia de 90%.
  • O designer do consumo Maurício Queiroz usa design para chegar ao melhor resultado para seus clientes como a rede Vivara, mesmo antes de saber que o processo tinha esse nome.
  • A MJV já cocriou soluções de inovação em negócios para centenas de empresas, que remodelaram desde produtos até serviços e processos internos e externos.

Conheça mais dos nossos cases.

Esses são somente alguns exemplos de uma das aplicações mais comuns do design: criar alternativas aos processos antiquados e dedicar esforços às soluções. 

3 – O Design Thinking é o bê-á-bá – Viva e inove ou morra tentando. 

Design é inovação e inovação é design.

A Coca-Cola, além de ser a maior produtora e distribuidora de bebidas do planeta, é também observada em tudo que faz em termos de marketing. Seus diferentes setores têm como meta demonstrar vanguarda e investem constantemente em inovação. O vice-presidente de inovação, David Buttler, é o chamado “Master Design Strategist” da marca.

A filosofia de sucesso da Coca pode ser aplicada da seguinte forma: um design de produtos e serviços deve surpreender sempre. 

4 – Isso pode mudar sua vida (e da sua empresa)

É uma questão de adaptação ao que o mundo já é (extremamente tecnológico, ágil e informado). Quem sabe se a sua forma de trabalhar, lidar com sua a equipe e, principalmente, tomar e estruturar as decisões corporativas não pode ser completamente reformulada, trazendo ganhos humanos e financeiros?

Conforme ocorre o avanço do pensamento do design para o centro das empresas mundo afora, o desafio em agir de forma rápida e assertiva vai sendo praticado sistematicamente.

Então, a verdade é que a questão não é mais tornar-se inovador, mas ser inovador. De certa forma, é o old fashion “Ser ou não ser? Eis a questão”. 

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