Vivemos em um mundo hiperconectado. Dos video-games às redes sociais, tudo passou a ser omnichannel, integrado e online 24 horas por dia. E cada vez mais vivemos uma experiência imersiva no digital.

O mesmo aconteceu no mundo dos negócios com os consumidores. Hoje,  não existe a possibilidade de não encantar seus clientes com experiências inovadoras.

A realidade é que muitos produtos, serviços e marcas são apenas mais do mesmo. A qualidade, a durabilidade, o atendimento e todos os outros atributos não são um grande diferencial entre os concorrentes.

O que define quem é o vencedor dessa corrida é quem chega no coração – e no bolso, claro! – do cliente primeiro. Parece fácil, mas não é bem assim. Acompanhe para entender melhor como a experiência imersiva funciona e o que ela pode transformar!

O que é experiência imersiva?

Em uma época em que a experiência do usuário é cada vez mais importante, criar maneiras de se comunicar com o público é fundamental. Não é apenas a qualidade que compõe o portfólio de produtos da sua empresa, trata-se de atrair, engajar e conquistar seu público.

A experiência imersiva, como o nome já diz, visa proporcionar ao cliente um verdadeiro mergulho, uma vivência prática em seu produto ou serviço. 

Além disso, o ideal é que essa ação seja embasada na fruição através dos cinco sentidos – transformando uma simples degustação em um ambiente inédito, original e ilusório que provoque boas sensações.

A ideia principal desse tipo de estratégia é conectar o usuário com o produto de uma forma tão encantadora e única, que ele sinta uma necessidade de se fidelizar a sua marca – uma vez que nenhuma concorrente oferece nada igual.

É importante ressaltar que não é uma tarefa simples de ser feita. A boa notícia é que há muitas maneiras de explorar experiências imersivas em seu planejamento estratégico. Obviamente, a tecnologia passa por todas elas. 

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Quais pilares tecnológicos da experiência imersiva?

Falar que a transformação digital mudou as regras do jogo em todo e qualquer setor já é mais do mesmo. A verdade é que não existe um caminho de volta: cada vez mais, a tarefa de encantar clientes estará direta e intrinsecamente ligada à tecnologia.

Com a experiência imersiva não é diferente. Acredite: esse conceito segue a máxima de que não há imersão na ausência do fator tecnologia. Um dos pilares tecnológicos mais importantes é a Inteligência Artificial e suas tecnologias e ferramentas. 

Agora ficou fácil, né? Mas, como proporcionar uma experiência que tem como objetivo transportar o cliente para um nível ampliado e imersivo?

E mais, que traga novas sensações, interações e estímulos precisamente sensoriais, sempre alinhados com sua necessidade e/ou satisfação? 

Acertou quem respondeu uma dessas: 

E por esses itens já deve ter dado para perceber que a experiência é pensada para levar o consumidor a um nível de imersão estendido, trazendo novas sensações, interações e estimulação sensorial. 

Sim, é um pouco (ou bastante) Black Mirror mesmo.

Vamos falar mais dos quatro itens aqui em cima a seguir, já contando como a experiência funciona. Acompanhe!

Como essa experiência funciona?

Realidade Virtual – VR

Com o apoio dos óculos característicos para esse tipo de tecnologia, o usuário passa a enxergar outra realidade. Tanto as imagens, quanto o áudio são de uma realidade paralela. 

Nesse tipo de experiência, ao colocar os óculos, o usuário se desconecta da sua realidade, ou seja, para de enxergar o mundo externo, e consegue ver apenas o que está sendo mostrado “dentro dos óculos”.

Estamos bastante familiarizados com a Realidade Virtual. No filme Jogador nº 1, por exemplo, são mostradas as duas realidades o tempo todo – e o que acontece em uma, vai impactar na outra. 

O que é mais ou menos o que acontece por aqui: que tal mostrar para o seu cliente como vai ficar o projeto final do seu apartamento reformado para que ele já se sinta em casa? 

Ou fazer um tour pela fábrica do seu produto e mostrar como seu processo é eco-friendly

→ Você pode se interessar também por: Realidade Virtual: Passado, Presente e Futuro

Realidade Aumentada (AR)

Nesse caso, a experiência imersiva utiliza o próprio ambiente em que o usuário está para criar outra realidade, inserindo elementos para criar uma experiência visual diferente.  

A realidade aumentada é muito comum porque é uma tecnologia super acessível: precisa apenas da câmera de um smartphone, que é algo que todo mundo tem. 

Ou seja, utilizar uma experiência imersiva com realidade aumentada garante que seu cliente não terá um empecilho – como, por exemplo, os óculos de realidade virtual – para acessar a sua campanha. 

Esse tipo de iniciativa é visto frequentemente nos filtros das redes sociais, principalmente no Instagram. 

É comum ver, por exemplo, marcas de produtos de beleza utilizando filtros que mostrem como a cliente vai ficar com as cores de seus batons ou com as diversas tonalidades de suas tintas de cabelo.

Além disso, podemos utilizar o exemplo que demos no item anterior: decoração de casa. Com a realidade aumentada você consegue aplicar uma cor de tinta na sua parede ou posicionar um móvel e ver se gostou do resultado antes de consolidar a compra. 

Projeção

Não é algo exatamente novo, mas caracteriza uma experiência imersiva. Essas são aquelas ações que projetam filmes em fachadas de prédios. 

Esse tipo de experiência muitas vezes conta com a interação do público, que precisa fazer alguma ação para interagir com o filme e provocar uma reação – como, por exemplo, pedalar para que o filme continue a ser projetado.

Além de cores vibrantes, sons e luzes, muitas vezes, para serem mais impactantes, as projeções utilizam a tecnologia 3D, que chama atenção do cliente pela realidade das imagens. 

Essa estratégia, apesar de não ser nova, caracteriza uma ação única, que é compartilhada com muitas pessoas ao mesmo tempo. Pode ser um complemento para uma outra experiência imersiva, casada com Realidade Virtual ou Realidade Aumentada, inclusive.

Quais vantagens de oferecer esse tipo de experiência?

A experiência imersiva tira o usuário da sua zona de conforto, colocando-o em um lugar em que ele não está acostumado e apresentando uma outra realidade – geralmente inusitada. 

Essa ruptura com a realidade chama atenção em um primeiro momento. Depois, dá aos participantes uma outra perspectiva do seu serviço, produto ou até mesmo da sua marca como um todo. 

Veja: não estamos recomendando que todas as outras estratégias sejam esquecidas ou abandonadas. A experiência imersiva é, sim, uma forma inovadora de encantar seu cliente, mas também é um complemento às abordagens tradicionais. 

Nada funciona separadamente, de forma isolada. Dentro de uma estratégia, tudo precisa estar conectado, integrado – como falamos lá no início.

Em um mundo hiperconectado, não faz sentido que as iniciativas de uma empresa caminhem de forma desencontrada. 

Nesse sentido, se você deseja iniciar sua jornada em busca de proporcionar uma experiência imersiva para seu cliente, aqui vão dois pontos de partida:

  1. Pense sempre em garantir que seu cliente terá contato com algo novo e inusitado. O “mais do mesmo” não impressiona e pode desapontar o usuário. 
  2. Pensa na sua marca e na sua empresa não apenas como uma fornecedora de experiências incríveis. Feitas de forma correta, elas criam uma conexão fiel com seu público.

Se você sabe que a presença digital não é apenas gerenciar uma página nas redes sociais e entende que precisa se diferenciar, confira nosso Pocket do Varejo e saiba mais sobre como a experiência imersiva aplicada em compras pode conquistar mais clientes e aumentar sua receita!