Tomar decisões de forma estratégica, assertiva e confiável é uma preocupação para você? Sua empresa ainda usa métodos baseados em intuição, experiência dos líderes ou tentativa e erro? Talvez esteja na hora de conhecer o que é Business Intelligence e sua enorme contribuição aos negócios.

Não é de hoje que ouvimos o termo Business Intelligence ou BI rondando empresas e estratégias de sucesso. Muitas pessoas envolvidas no mundo corporativo já ouviram essas duas palavras poderosas. O grande problema é: as empresas não conhecem sua real importância.

Se no passado era comum que gestores e executivos utilizassem opinião, experiência e conhecimento de mercado para conduzir negócios. Hoje, não é mais necessário e, muitas vezes ineficiente, utilizar a intuição para apontar caminhos e soluções.

Uma decisão de negócio pode ter grande impacto em uma organização, sendo crucial para o sucesso ou fracasso de um negócio. Foi para que empresas pudessem tomar decisões de forma inteligente e estratégica que o Business Intelligence surgiu.

Nesse artigo, vamos falar sobre o que é Business Intelligence e como ele pode ser o diferencial para manter a sua empresa viva durante e no pós-pandemia. Acompanhe! 

Tudo são dados!

Como a transformação digital acelerada ainda mais pela pandemia de Covid-19, a troca e a produção de dados pela rede alcançou índices que nem acreditávamos serem possíveis. Tudo foi resumido essencialmente a uma coisa: dados. 

Os dados estão em todos os lugares e, sim, tudo se resume a eles. O que você compra, o que você posta, os conteúdos que você consome, o que você preenche. Não tem para onde correr: produzimos dados incontáveis 24 horas por dia. Dados são inevitáveis!

Um grande ciclo de inovações está acontecendo. E, nessa corrida, ganha quem souber tratar e interpretar melhor os seus dados. Fazer isso da maneira certa garante a virada de chave para transformar modelos de negócios, recalibrar estratégias e se manter competitivo (e vivo!) no mercado.

É um fato: o deep dive em Ciência de Dados é fundamental para as corporações que querem sobreviver. 

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Business Intelligence e Design Thinking

Business Intelligence: afinal, o que é?

Muito se fala em BI no contexto de tomadas de decisões estratégicas. Certamente você já se deparou com esse conceito em reuniões e leituras corporativas. Mas vamos entender melhor o que ele significa antes de avançarmos, ok?

Business Intelligence é o processo para adquirir, armazenar, recuperar e interpretar dados para se manter informado sobre como o negócio está operando e como ele se compara ao modo como operou no passado. 

Se você achou que a solução cai como uma luva no momento em que estamos vivenciando, está absolutamente certo. 

Uma estratégia de Business Intelligence — composta por soluções e métodos — ajuda a empresa a tomar melhores decisões, entendendo o que aconteceu e como aconteceu. 

Além disso, também orienta o planejamento e a execução de negócios, fornecendo insights e relatórios sobre o status das principais métricas e como elas estão progredindo.

Usando dados para decisões mais alinhadas

O sucesso de uma empresa está ligado diretamente a decisões corretas. Mas como fazê-las de forma objetiva e imparcial?

Como você já sabe, no transcurso de suas atividades, a empresa gera e coleta inúmeras informações. São elas que geram os dados necessários para identificar os aspectos que precisam ser mudados e os que devem ser mantidos.

Esses dados são o material de trabalho utilizado pelo processo de Business Intelligence. O chamado B.I. é justamente o processo que envolve a extração de informações do negócio, através de diversas técnicas, a fim de atingir uma melhora na tomada de decisões da corporação.

Se é isso que você precisa para sobreviver as transformações impostas pela pandemia, acompanhe 3 passos para começar a fazer agora. 

Como funciona o business intelligence?

É inevitável, toda empresa tem perguntas que busca responder e metas para atingir. É para apontar caminhos que entra o Business Intelligence. 

Ao responder essas perguntas e acompanhar o desempenho em relação às metas, os dados são coletados e analisados para determinar o que é necessário fazer para atingir as metas.

A informação por si só não gera nenhum valor. O destaque do BI fica por conta do que a coleta de dados agrega e das aplicações estratégicas dos dados na prática.

Tá, mas como o processo de BI funciona, de fato? 

Para facilitar o entendimento, sua composição é dividida em etapas, classificadas como: coleta, análise, compartilhamento e monitoramento. Vamos acompanhá-las!

Coleta

A primeira etapa é a coleta de dados. Para captar os dados é preciso, antes, saber quais tipos de informações são úteis para o negócio. 

Não para para por aí a investigação, também é necessário ter claro qual objetivo busca alcançar com os dados coletados.

É nessa fase que ocorre a limpeza de base de dados para selecionar o que de fato é interessante de acordo com o objetivo do estudo.

Análise de Dados

Após a coleta de informações, chegou a hora de definir as métricas responsáveis por interpretá-las.

Aqui também é estabelecida a organização dos dados para facilitar a visualização e a comparação. Os relatórios ficam disponíveis em dashboards, disponibilizados para consultas e atualizações sempre que necessário.

Compartilhamento

É o momento de determinar quais informações interessam os setores específicos da empresa.

Dessa forma, os relatórios devem ser compartilhados às suas respectivas áreas correspondentes, para que gestores e colaboradores possam trocar ideias e tomar as melhores decisões.

Monitoramento

No BI tudo é cíclico. Os resultados e os insights trazidos pelo processamento de dados devem contar com constante monitoramento e revisão, buscando, acima de tudo, novas fontes de dados, que estejam alinhadas à movimentação do mercado, do público e da própria organização.

3 passos para implementar uma estratégia de BI

1. Arrume a casa!

Uma massa de dados é apenas uma massa de dados. De nada adianta ter uma base enorme e robusta se não é possível tirar nenhum insight valioso de lá. 

Para isso, é fundamental manter sua base de dados completa e organizada. O banco de dados conta a história da empresa, seus problemas e suas qualidades. E não tem como olhar para o futuro sem levar o passado em consideração como aprendizado, certo?

Esses dados serão o material de trabalho utilizado pelo processo de Business Intelligence. Percebe como a tarefa de melhorar a tomada de decisões fica inviável se as informações extraídas não tiverem uma qualidade mínima e estiverem organizadas? 

2. BI + DT

Para verificar o que dizem os dados e buscar pelas causas escondidas no comportamento humano, é necessário analisá-los (também) de forma qualitativa. É aí que entra a aliança entre Business Intelligence e Design Thinking.

A integração de BI + DT é um processo permanente para as empresas, uma verdadeira mudança no DNA da gestão. O sucesso não é mais a obtenção de metas a curto prazo, mas a constante superação dos limites do negócio.

Nesse sentido, soluções pontuais precisam estar alinhadas ao contexto macro de objetivos da empresa. Os erros passam a ser compreendidos como tentativas para o sucesso e lições aprendidas, o que torna a experimentação uma peça chave na produção de novos caminhos e na consolidação de soluções para o meio empresarial.

Bônus: DT Remoto!

Você já deve saber que o Design Thinking é fundamental para criar novas soluções, certo? Agora você vai conhecer a eficácia da metodologia em projetos remotos. 

O seu projeto envolvendo Design Thinking não precisa ficar parado na gaveta até voltarmos aos escritórios. 

Tendo em vista este cenário de exceção, a MJV propõe um formato próprio para permitir diagnosticar, conceituar e validar de forma ágil um redirecionamento estratégico assertivo e aderente aos desafios do contexto. 

Uma vez que as novas incertezas demandam agilidade, o formato proposto visa revisitar e “pivotar” rapidamente os business plans vigentes. Nesse cenário, todas as etapas do planejamento são revistas de forma dinâmica, utilizando o Design Thinking Digital como metodologia para otimizar e facilitar a definição de temas complexos e as tomadas de decisão subsequentes.

Através do Design Thinking Digital, se torna possível:

Sim, tudo isso de forma remota. E igualmente eficaz, rápida e com qualidade nas entregas. 

3. BI + Big Data

Já falamos na grande onda de dados criados a cada minuto nessa rede mundial. É nela que você vai precisar surfar para não ser engolido.

Essa enormidade de dados, chamada de Big Data, não passa de um emaranhado de linhas soltas. Para enxergar seu potencial, é preciso ligar as pontas e, aos poucos, tecer o contexto que vai revelar o significado desse conjunto de informações. 

A necessidade de compilação e a análise desse complexo conjunto de dados, modificado constantemente, tem provocado mudanças nas operações de empresas dos mais variados setores. 

Por exemplo, é possível coletar informações sobre:

A ampliação dessa tarefa, com o devido acompanhamento de profissionais especializados, permite transformar os dados em informações, e as informações em conhecimento, para garantir o sucesso dos negócios.

MJV way
Aqui na MJV todo o nosso trabalho é voltado para a inserção de práticas inovadoras no modo de gestão dos clientes. Para isso, coletamos informações mergulhando profundamente em seus contextos. Dessa forma, apresentamos tendências metodológicas coletadas ao longo de inúmeros trabalhos inovadores em Business Intelligence e Big Data. São técnicas de aceitação internacional, que causam profundo impacto nos processos e nos resultados das organizações.

Conclusão

A aplicação do Business Intelligence possibilita que as empresas façam uma gestão mais inteligente das suas informações. Todo e qualquer negócio pode utilizar os dados para otimizar suas operações.

Se você não sabe por onde começar ou acredita que essas grandes transformações podem abalar as estruturas da sua empresa, busque apoio.

Lembre-se: empresas afinadas ao ambiente contemporâneo e competitivo certamente serão mais bem sucedidas e capazes de crescer. 

Se você busca por paradigmas cada vez mais assertivos no processo de tomada de decisões, Business Intelligence pode ser um caminho certeiro nessa direção. Que tal tomarmos um café (remoto) e conversarmos sobre os seus desafios? Essa é a hora!