11/25/2019
By
MJV Team

Startup, Corporate Venture, Hubs de inovação aberta: descubra quais são as diferenças

Quando se trata de Inovação Aberta, uma série de terminologias e conceito surgem diante dos olhos dos gestores. Muitas delas, como não poderia deixar de ser, vêm do inglês, o que pode tornar as coisas ainda mais difíceis de entender.

Afinal, o que é uma Startup? O que é Corporate Venture? O que são Hubs de inovação aberta? 

Calma, nós preparamos este artigo para explicar tudinho.  Continue lendo para entender!

Startup, Corporate Venture, Hubs de inovação aberta: quem é quem no mundo da transformação digital 

A Inovação Aberta é bastante potencializada em negócios dentro da chamada transformação digital — modelos de negócios amparados pela adoção de tecnologias disruptivas que vêm para transformar a experiência do consumidor, os processos operacionais das empresas. Além de influenciar os modelos de negócio.

É neste contexto que surgem terminologias como Startup, Corporate Venture e Hubs de inovação aberta. A seguir, entenda o que cada uma delas representa!

Startup

Uma startup é uma empresa projetada para expandir rapidamente. É esse foco no crescimento irrestrito pela geografia que diferencia as startups de pequenas empresas.

É também um tipo de empresa que trabalha para resolver um problema em que a solução não é óbvia e o sucesso não é garantido. 

Startups são criadas para procurar e validar um modelo de negócios escalável de uma maneira que possa ter um grande impacto no mercado ou como um problema foi tradicionalmente resolvido. 

Os aspectos de inovação, disrupção e escalabilidade de uma startup são os motivos pelos quais elas são diferentes e não podem ser tratadas ou construídas como uma pequena ou média empresa (PME).

Corporate Venture

Já Corporate Venture Capital é um investimento arriscado em empresas inovadoras, como qualquer investimento de risco; a diferença é que os fundos vêm de uma grande empresa. 

Diferentemente dos investimentos de fundos de capital de risco convencionais que respondem apenas a uma lógica financeira, o retorno do investimento desses fundos também é estratégico.  

Existem vários segmentos de fundos de capital de risco: de investimentos em sementes (empresas que ainda não obtêm renda significativa) a fundos regionais e setoriais… até “desenvolvimento de capital” visando empresas rentáveis, para permitir a expansão geográfica ou por meio de fusões e aquisições.

Os fundos de tipo Corporate Venture têm uma diversidade ainda maior de perfis, pois além dessa segmentação por tamanho, cada setor tem suas especificidades e cada empresa define sua política de investimento.

Em suma, é o tipo de investimento realizado em empreendimentos de alto valor inovador — uma startup promissora, que pode trazer expertises em tecnologia para uma empresa tradicional, por exemplo.

Hubs de inovação aberta

Os Hubs de inovação aberta são ferramentas emergentes e poderosas para as empresas estimularem a inovação e incentivar a criação de novos produtos, tecnologias e até mesmo novos negócios. 

Em geral, os hubs de inovação aberta (também chamados de centros de inovação aberta) tentam servir como um espaço de reunião para indivíduos com ideias semelhantes, interessados ​​em tecnologia e inovação.

Eles podem ter espaço de laboratório para as pessoas trabalharem em tecnologia ou produtos, além de suporte logístico ou comercial para os interessados ​​em lançar projetos comerciais.

Os hubs de inovação aberta são semelhantes aos laboratórios e oficinas de pesquisa mantidos por empresas e outros gerentes de inovação, mas o que os diferencia dessas estruturas é que eles enfatizam a criação de redes e a comunidade em detrimento dos workshops e laboratórios tradicionais. 

Em suma, os centros de inovação aberta tentam reunir diversas mentes e opiniões e permitem que pessoas apaixonadas explorem suas próprias idéias e prossigam seus próprios projetos, possibilitando a inovação. 

Como escolher entre Startup, Corporate Venture, Hubs de inovação aberta

No geral, as empresas mais inovadoras trabalham com esses três conceitos, alternando estratégias para potencializar a criação de produtos e serviços que realmente levem à inovação. 

As startups são, como dissemos, úteis para trazer expertises que a empresa tradicional não consegue desenvolver; ao menos não no tempo hábil, pois não têm a dedicação exclusiva em um único problema ou em uma única oportunidade como fazem as startups.

Em se tratando de tecnologia então, é muito mais fácil colaborar com uma startup do que montar uma equipe e demorar muito tempo em testes de viabilidade, protótipos etc.

Já os investimentos do tipo Corporate Venture são úteis para negócios que querem investir em ideias e soluções inovadoras e têm capital para correr o alto risco envolvido.

Os retornos costumam ser bastante vultosos, obviamente porque os riscos são grandes.

Já a colaboração com um hub de inovação aberta, ou a criação de um, tende a ser algo mais perene. Equipe e recursos são mantidos para fomentar o pensamento criativo e a contínua proposição de soluções inovadoras.

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