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07/13/2020
Por
MJV Team

Mindset Data-Driven: como implementar uma cultura de dados na sua empresa?

Antes de mergulhar na urgência de orientar seus negócio a dados – até porque essa é inegável -, vamos dar uma olhadinha no que o famoso matemático, Karl Sigmund, costumava dizer:

Tudo que pode ser mostrado por uma imagem, não deve ser contado em palavras. 

Não foi à toa que a visualização de dados ganhou tanta relevância nos últimos anos. 

É lógico que antes de começar a ver os resultados na eficiência das tomadas de decisão, é preciso entender profundamente seu negócio e identificar quais KPIs são, de fato, importantes para serem ostentados em dashboards. 

Vamos ao que é esse mindset data-driven! Vale notar que ele não é um simples plano de ação. Ele está no DNA, é o jeito que a empresa realiza seus processos. 

A Cultura de Dados vai muito além de uma estratégia que simplesmente orienta os dados de uma empresa. Ela é um mindset, que direciona profissionais de uma organização a ver valor nas informações construídas a partir dos dados. 

Não pense que o mindset de dados é resultado apenas da infraestrutura. Não existe uma condição perfeita com ferramentas, dashboards e equipes de analytics. 

O que constrói um negócio data-driven é a habilidade de identificar os desafios corretos e mapear os dados necessários para criar soluções alinhadas aos desejos dos clientes.

Os benefícios de orientar suas tomadas de decisões a dados são muitos, entre eles:

  • Redução de custos
  • Diminuição de retrabalho
  • Eficiência 
  • Satisfação do consumidor
  • Valor de mercado  

Produzimos esse material para você começar essa nova cultura na sua empresa da maneira mais eficiente possível. 

A ascensão da cultura de dados

Data-driven. Big Data. Data Science. Analytics. Dashboards. Business Intelligence. O universo semântico referente aos dados invadiu as salas de reunião e as estratégias de negócios de todas as empresas do mundo. 

Será que é só mais uma buzzword? Por que isso está acontecendo? Isso não começou do dia para a noite. Vamos entender tudo agora. 

Segundo a Revista Forbes, essas eram as empresas mais valiosas do mundo em: 

Em apenas 9 anos, as empresas de tecnologia desbancaram os demais setores.  Além de ganhar o mercado, conquistaram também o coração dos seus usuários. 

A Brand Finance já divulgou o resultado de 2020, as marcas mais valiosas continuam nos mesmos setores:

  1. Amazon (varejo)
  2. Google (tecnologia)
  3. Apple (tecnologia)
  4. Microsoft (tecnologia)
  5. Samsung (tecnologia)

Vale destacar 3 questões importantes:

  • A Amazon desbancou o 1° lugar da gigante Apple. Você pode até dizer que ela é uma varejista, mas isso seria simplista demais, já que é uma das Retail Tech mais queridas do mundo. Veja: foi a tecnologia que catapultou a marca, com certeza. 
  • O Facebook caiu da 5° posição para a 7° – muito mais por seu teto de vidro e falta de posturas mais energéticas. 
  • Seguindo os passos da Samsung, a Huawei aparece em 10°.

Não há dúvida de que se, existe algo a ser priorizado, são os dados

Agora que contamos um pouco dessa ascensão dos dados. Vamos elencar 3 pontos que você deve levar em consideração ao tomar uma decisão: 

  • valor para o negócio 
  • alinhamento com as necessidades do usuário 
  • viabilidade

Acredite: somente os dados vão te dar musculatura para analisar cada questão dessa antes de qualquer decisão. 

Para finalizar, temos uma dica: 

não realize nenhuma reunião sem a presença de dados. Isso agiliza bastantes processos. 

Vantagens da cultura de dados 

Agora fica mais claro entender o valor que os dados têm! Eles são capazes de promover:

  1. eficiência e agilidade para sua estratégia de negócio
  2. aperfeiçoamento de forma contínua no processo de decisão
  3. redução de custos 
  4. geração de novas receitas e incrementos das já existentes
  5. desenvolvimento de novos modelos de negócio
  6. redução do time to market 
  7. vantagem competitiva  
  8. mentalidade estratégica

A influência do mindset data-driven por setor

Separamos 3 setores bem importantes para a economia do país. 

Financeiro 

Fintechs é a palavra chave aqui. Esse modelo de negócio que junta finanças e tecnologia se adiantou e entendeu o que a Geração Z- nativa da Era Digital – tanto ansiava quando o assunto era serviços financeiros. 

Elas deram início a uma nova ordem: 

  • Menos burocracia
  • Mais autonomia
  • Melhor relacionamento
  • Custos mais acessíveis

Como isso aconteceu?

Dados! Abrindo a caixa preta de dados, foi possível entender o que tinha valor para o usuário. A partir daí foi só mergulhar na inovação e conquistar seu lugar ao sol. 

Vale lembrar que o mergulho na cultura analítica é apenas um dos motivos que colaboraram com a escalada das fintechs, mas tem mais pano aí nessa manga. 

Segurador 

Sem dúvida, avaliação de risco é o grande core business do mercado segurador. 

A telemetria surge como uma luz para o fim desse túnel. Popular no setor de transporte, ela promete captação de dados relacionados ao comportamento do usuário de seguro para profunda análise. 

Sim, sensores e dispositivos captam dados de condutores, por exemplo. Esse insights proporcionam entender uma série de perfis de motoristas. 

A prática auxilia na avaliação de risco do seguro e, consequentemente, atua na precificação. Dessa forma, possibilita atribuir preços com base no desempenho dos condutores, estabelecendo variáveis estratégicas e pontuações.

Varejo 

Não é novidade nenhuma que o coração de qualquer estratégia de negócios é o usuário. Bom, isso já é regra de ouro.

O que a gente vem notando é que essa preocupação com o que seus clientes dão valor é algo exponencial, capaz de dar vazão a novos modelos de negócio, a um marketing mais analítico, com conexões emocionais e alta dosagem de personalização. 

E é sobre personalização que nós vamos falar aqui. Na verdade, sobre a Era da Personalização em Escala. Esse é o próximo nível e abrange também processos relativos a produtos, logística, supply chain… tudo converge para estratégias e ações personalizadas. 

Esse movimento requer que o varejista ative todos os dados dos clientes disponíveis para oferecer experiências mais relevantes para os clientes existentes e para os clientes em potencial. 

Tudo para que eles consumam o produto/serviço do melhor jeito para ele. 

Também exige o chamado Platform Thinking, no qual a tecnologia digital é utilizada para proporcionar experiências personalizáveis e repetíveis aos consumidores — eles, dentro dos padrões estabelecidos, escolhem como serão suas experiências de compra ou relacionamento com o varejista.

Comece agora a implementar a cultura de dados 

Se você ainda tiver um minutinho, vamos desconstruir 2 pequenas falácias do assunto antes de entrar no plano de ação. 

  • O Brasil tem tecnologia suficiente. 
  • A cultura digital avança a passos largos
  • A rede 4G não deixa, nem um pouco, a desejar
  • O país conta com forte presença digital
  • O mobile se adaptou muito bem por aqui
  • Empresas analíticas não são as que têm mais dados ou as melhores ferramentas, são as que fazem as análises mais avançadas e entendem que dados precisam coletar para que tenhas as respostas certas.

Agora, vamos ao passo a passo. 

Design Thinking 

Hoje, passamos por um momento bem diferente de outros que já vivemos. Trabalho remoto. Isolamento social. Home schooling. Uma vida obrigatoriamente bem mais digital do que antes.

É assim que viveremos até uma vacina mudar esse cenário. Esse é o novo normal e tudo deve ser pensando para ele. 

Repensar e entender como as pessoas estão se sentindo, como estão lidando com a nova realidade, que mudanças ela traz e o que temos em comum. Já pensou em como fazer isso?

O que precisamos nesse momento é entender o indivíduo, conhecer

e compreender a fundo suas necessidades. E isso nos levará a repensar, também, o negócio e todas as possibilidades tecnológicas que isso gera. 

Isso que acabamos de traçar aí em cima é exatamente o que o Design Thinking oferece: soluções para a equação necessidades dos usuários, valor de negócio e viabilidade. 

Integração de dados 

O entendimento profundo dos desafios do negócio proporciona a escolha certa dos KPIs para gerar insights valiosos.  É hora de integrar todos os dados necessários para construir os indicadores e dar transparência a eles. 

Combine os dados – estruturados e não estruturados – de uma série de fontes distintas através de softwares de integração. Use uma plataforma de Big Data. 

Chave de acesso 

Desconstrua a cultura de imensas planilhas de Excel. Dashboards são ótimos para escalar as análises e consolidar o mindset data driven.  Dessa forma, todos podem acessar qualquer demanda. 

Visualize seus dados 

Análises de dados dados promovem eficiência nas tomadas de decisão, redução de erro, melhora no time to market, mas, acima de tudo, possibilitam as respostas certas para que desafios sejam solucionados.

Consulte dados sem moderação!

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